Tsunoda diz que aprendeu “muitas lições” com erros no GP da Emília-Romanha

Após errar em Ímola, Yuki Tsunoda projetou final de semana mais calmo em Portimão. O companheiro Pierre Gasly ressaltou experiência obtida no ano passado

Volta rápida na pista de Miami, que recebe a F1 em 2022 (Vídeo: Miami)

Após um decepcionante GP da Emília-Romanha, em que terminou na 12ª colocação após um final de semana marcado por erros, Yuki Tsunoda sente que pelo menos acumulou aprendizado. Às vésperas do GP de Portugal, terceira etapa da temporada da Fórmula 1, o piloto da AlphaTauri tenta agora colocar as lições em prática.

“Aprendi muitas lições em Ímola. Eu tinha altas expectativas para a etapa, assim como a equipe. Tudo foi tranquilo nos treinos livres, então eu cometi um enorme erro na classificação, o que implicou em ter uma corrida muito difícil. Eu não tinha uma batida forte há dois anos, então essa foi uma lição que pude aprender para as próximas corridas” afirmou.

O japonês não esteve bem em Ímola, batendo forte no sábado, no Q1 do treino classificatório. Na corrida, passeou pela brita após a relargada do safety-car. Só que isso já é coisa do passado, com a decepção sendo trocada pela empolgação de visitar Portugal.

“A pista de Portugal é nova para mim. Eu não sei ao certo o que esperar, apesar de ter feito algumas sessões de pilotagem no simulador e de ter assistido ao GP do último ano”, seguiu.

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Yuki Tsunoda bateu no Q1 da classificação do GP da Emília-Romanha e causou bandeira vermelha (Foto: Reprodução)

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“É um circuito muito bonito e interessante com trechos como a curva 1, a inclinação da curva 13, que é única, muitas subidas e descidas e pontos cegos. Creio que é difícil pelos limites de pista, mas construirei meu ritmo gradualmente”, concluiu Tsunoda.

Já do outro lado da garagem taurina, em seu quinto ano na Fórmula 1, Pierre Gasly comentou a respeito da expectativa para a prova e das dificuldades da pista.

“Ano passado tive uma boa corrida em Portimão, terminei em quinto. É uma pista muito única com todas as mudanças de elevação, parece uma montanha-russa. É divertido pilotar lá e é muito diferente do que estamos acostumado. Por ter uma baixa aderência, o carro escorrega muito e não é fácil manter os pneus na temperatura correta”, disse.

“Usei o C1, pneus duros, ano passado no primeiro treino livre e lembro deles serem difícies de aquecer, mas dessa vez temos mais conhecimento e experiência, além de que estará mais quente este ano”, completou.

A próxima etapa da F1 acontece em 2 de maio. A categoria vai para Portimão, casa do GP de Portugal.

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