Guia F-E 2015/16: Aguri

A Aguri volta ao SRT01-e como programara desde o final da última temporada. Nos últimos meses, o time japonês vem preparando o trem de força original à sua feição esperando levar vantagem frente aos mais novos

Sede: Tóquio, Japão
Trem de força: SRT01-e
Principais dirigentes: Aguri Suzuki – presidente; Mark Preston – chefe; Keith Smout, diretor-comercial; Gerry Hughes – engenheiro-chefe
Em 2014/15 : 7ª colocada – 66 pontos
A Aguri começou a F-E dando a entender que viria para ocupar o final do grid ao lado da Trulli, assim como nos anos de F1. Mas uma vez que António Félix da Costa pôde ir à pista, ficou claro de que não era exatamente isso. Uma vitória, em Buenos Aires, prova o ponto. Mas o time do japonês Aguri Suzuki foi nada mais que mediana no ano inicial. Sim, uma mediana que beliscava pontos com AFC e Salvador Durán, depois que foi efetivado. Assim, conseguiu ficar à frente de outras três equipes no Campeonato de Pilotos, mas bem atrás do resto. 
 
Bem cedo no fim da temporada, a equipe anunciou que manteria o SRT01-e como trem de força para o segundo ano. Até então, seria a única a fazer isso. Testou pilotos para dois lugares que claramente estavam em dúvida e prometeu modificar o pacote de um ano de idade para aumentar a eficiência. Os testes de Donington não foram tão animadores, mas o pacote padrão tem tudo para ser ao menos mais confiável que alguns outros. Mas Félix da Costa, agora confirmado, não andou – apenas aspirantes a novatos. Um deles ganhou a vaga, o ex-GP2 Nathanaël Berthon.
Nascimento: 31 de agosto de 1991 (24 anos) em Lisboa, Portugal
Na F-E: 8 ePs (1 vitória, 1 pódio)
Na primeira temporada: 8º (51 pontos)
Na carreira: 3º na World Series (2013); 11º no DTM (2015); 3º na GP3 (2012)
#55 – ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA

Um dos mais jovens do grid da F-E, António Félix da Costa é outro piloto que tem talento comprovado. O português, que passou perto da F1, deixou boa impressão em suas provas pela Aguri e renovou com a equipe.

 
Félix da Costa vai ter uma gigante incógnita como companheiro de equipe: sem muito destaque em categorias de base europeias, Nathanaël Berthon não deve ser parâmetro para o desempenho do lusitano.
Nascimento: 1º de julho de 1989 (26 anos) em Romagnat, França
Na F-E: Estreante
Na primeira temporada:
Na carreira: 12º na GP2 (2012; 7º na World Series (2010)

#77 – NATHANAËL BERTHON

Último a garantir presença na temporada que começa neste final de semana na China, Nathanaël Berthon não chega como um dos favoritos ao título. Sem resultados expressivos na carreira, o francês já surpreenderia se conseguisse bater Félix da Costa.
 
Ainda jovem, Berthon pode evoluir e crescer em sua carreira. Para isso, nada melhor que se destacar em um campeonato do nível da F-E, com tantos nomes consagrados.

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