Guia FE 2017/18: Após “título essencial para a carreira”, Di Grassi prevê mais ‘players’ em batalha acirrada pelo bi

Não que tenha tirado um peso das costas, mas Lucas Di Grassi começa a quarta temporada na categoria dos carros elétricos mais aliviado depois de ter batido na trave nos dois últimos anos. Agora, o paulista de 33 anos começa uma nova fase com a Fórmula E junto com a Audi, que entra de vez como equipe de fábrica. Uma arma a mais para lutar não apenas contra a Renault de Sébastien Buemi. A expectativa é de uma briga com mais concorrentes. E bem mais difícil

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Lucas Di Grassi começa a batalha pelo bicampeonato da Fórmula E neste fim de semana, quando a categoria dos carros elétricos realiza sua primeira rodada dupla nas ruas de Hong Kong. E o brasileiro, aos 33 anos, chega como o homem a ser batido não apenas pelo título conquistado na terceira temporada, mas também por contar agora com uma estrutura ainda mais forte ao seu dispor com a Audi entrando de cabeça como equipe de fábrica, trazendo toda a organização que levou a icônica marca de Ingolstadt a tempos de glória no Mundial de Endurance. 

 
Contudo, experiente e reconhecidamente um dos pilotos mais inteligentes do mundo, Di Grassi não se ilude com o patamar ainda maior que alcançou com um “título essencial para a carreira”, vindo depois de ‘bater na trave’ duas vezes.
Com a equipe de fábrica da Audi, Lucas Di Grassi tem as armas para lutar pelo bi da Fórmula E, mas não espera vida fácil (Foto: Renato Stockler)
“Acho que, talvez ao invés de ter uma briga entre eu e o [Sébastien] Buemi, como foi nos últimos anos, pode ter mais ‘players’ aí na briga, o que vai transformar o campeonato numa coisa mais interessante. A gente evoluiu bastante como equipe, mas todo mundo evoluiu, então acho que a disputa vai ser muito mais acirrada”, afirmou o campeão em entrevista exclusiva ao GRANDE PREMIUM.
 
O fato é que Lucas começa a quarta temporada de uma categoria em que ajudou a criar muito mais motivado — e também mais aliviado — em razão do título conquistado. Depois que se chega ao topo, é muito mais difícil permanecer lá, e é essa a meta de Di Grassi, disposto a continuar fazendo história e colocar a bandeira do Brasil no topo do pódio por outros tantos anos.
O campeão da temporada 3 da Fórmula E falou com exclusividade ao GRANDE PREMIUM (Foto: Audi)
“Independente do que acontecer no futuro, um título já está guardado, mas a motivação é para conseguir mais títulos para o Brasil e, conforme a Fórmula E ficar mais importante, também conseguir mais vitórias e pódios para o Brasil. E sem dúvidas, com a Fórmula E crescendo, vai ser onde quero estar até o fim da minha carreira”, comentou o dono do carro #1 nesta quarta temporada.
 

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Ao longo da entrevista, Di Grassi abordou vários assuntos: como chance de outros brasileiros chegarem ao grid elétrico, a ampla estrutura que passa a contar agora com a chegada da Audi como equipe de fábrica, a possibilidade de abertura do desenvolvimento de tecnologia de baterias entre as montadoras, a comparação com os últimos anos e sugestões sobre o que mudar para melhorar ainda mais a Fórmula E, bem como seu novo papel de CEO da Roborace, categoria ainda embrionária que visa desenvolver veículos autônomos.

 
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