Após teste com Aguri, F-E estuda aumentar potência máxima permitida durante corridas na segunda temporada

A F-E está discutindo a possíbilidade de aumentar a potência permitida durante os ePs na segunda temporada da categoria, que inicia em outubro. A mudança estudada é de 150 kw para 170 kw

A potência permitida aos motores elétricos da F-E deve ficar um pouco maior para a segunda temporada da categoria, que começa no próximo mês de outubro. A novidade já foi testada, inclusive, com o dia de atividades da Aguri em Donington na semana passada. A mudança na potência máxima de corrida é um salto de 150 para 170 kw.
 
No ano de debute, a F-E permitiu que os carros usassem 200 kw em ritmo de classificação e treinos, mas na corrida apenas 150 kw eram permitidos. Embora ainda não esteja fechado, a impressão é de que falta apenas confirmar o aumento para 170 kw.
 
"Não está ratificado ainda, mas pudemos testar para ver como é. As voltas e distâncias das corridas vão provavelmente ser as mesmas, mas talvez tenhamos um nível de força maior disponível. Mas você provavelmente vai poder usar a força máxima em alguns momentos da volta ou talvez em fases particulares da corrida", disse o chefe da equipe, Mark Preston.
Pedro de la Rosa no cockpit da Aguri em Donington (Foto: Reprodução/Twitter)
O uso nos testes da Aguri é de fácil explicação: o time japonês optou por continuar usando o trem de força criado pela McLaren para a temporada inicial enquanto oito equipes preferiram construir seus próprios.
 
"Escolhemos permanecer com o mesmo trem de força porque não não vimos muita mudança nas regras e pensamos que a unidade da McLaren é forte e confiável", explicou Preston.
 
No testes da última semana, além de Salvador Durán, piloto da Aguri por boa parte da temporada, Pedro de la Rosa deu suas primeiras voltas com o monoposto elétrico.

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