BMW descarta entrada na F-E até que baterias durem corridas inteiras: “Não é ideal para nós competirmos”

A parceria da BMW com a F-E, que consiste na cessão de carros de segurança, não vai se estender por enquanto para a competição. De acordo com o diretor-esportivo da BMW, Jens Marquadt, a montadora alemã não vai entrar na categoria até que as baterias durem uma corrida inteira

A parceria entre BMW e F-E por enquanto vai continuar da forma que está, sem a montadora alemã ingressar na parte esportiva. O diretor-esportivo da BMW, Jens Marquadt, disse que apesar de todos os lados positivos da categoria, o fato de as baterias não durarem uma prova inteira mantém a montadora fora.
 
É a BMW quem fornece os safety-cars para a F-E, então uma analogia rápida poderia dar a impressão de que logo monopostos elétricos da marca estariam nas pistas. Uma suposição equivocada. Para Marquadt, a categoria "não é ideal" para a BMW por não refletir a durabilidade dos carros da marca.
 
"Estamos representados com o piloto da BMW, António Félix da Costa, e os safety-cars, mas eu tenho de admitir que a categoria não é ideal para nós entramos e competirmos", disse ao site 'Electricautosport.com'.
António Félix da Costa já venceu na F-E (Foto: Getty Images)
"A razão é que mudar carros depois de 20 minutos de corrida por causa de uma bateria arriada não reflete a durabilidade de nossos veículo. Assim, é importante que a categoria continue desenvolvendo, o que já foi estruturado num planejamento", seguiu o diretor. 
 
Mas o dirigente não tirou do mapa uma possível participação maior no futuro. "Estamos seguindo de perto", concluiu.
 
Oito fabricantes estão garantidas para a segunda temporada da F-E: ABT (com o auxílio da Audi), Andretti, Mahindra, Monomatica (com a Trulli), NEXTEV (com a China), a Renault (com a e.dams), a Venturi e a Virgin.
 
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