Chefe da FE confirma trabalho da FIA e diz que modos de potência da quinta temporada serão “bem diferentes” entre si

Alejandro Agag, diretor-geral da Fórmula E, afirmou que os modos de potência já confirmados para a quinta temporada serão bem diferentes entre si. O objetivo da FE e da FIA é aumentar o jogo estratégico no campeonato

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Já está definido que o Gen2, novo carro da Fórmula E, terá dos modos de potência quando passar a ser usado de forma competitiva para a quinta temporada. O que não se sabe ainda é de que forma e como será desenhado o sistema de cada um dos modos. Mas, segundo o diretor-geral da FE, Alejandro Agag, os dois modos serão muito distintos.

 
A confirmação do uso compulsório de dois modos de potência nas corrida da FE a partir da quinta temporada foi confirmada após a última reunião do Conselho Mundial de Automobilismo, no último mês de março. Segundo Agag, o que resta para os detalhes serem anunciados é que a FIA termine de confirmar as especificidades do novo sistema em testes que estão sendo realizados. 
 
"A FIA está ajustando o sistema e vai liberar a informação de como irá funcionar, mas acho que 200 kw será o modo de corrida e o outro modo é maior que esse", falou o chefão em entrevista ao sorte norte-americano 'Motorsport.com'. 
 
"Precisamos testar um pouco com os carros para resolver o que será esse modo – se 220, 230, 240, 250 kw ou qualquer outro. Mas será significativamente maior. Haverá uma boa diferença", seguiu.
 
Se as corridas irão adotar diferentes ritmos, o FanBoost também será modificado. Atualmente, a potência extra com a qual os três pilotos mais votados para cada etapa são agraciados é de 100 kj por 5s. A expectativa é que esses números aumentem. "Provavelmente vai ganhar um passo à frente também, mas não está totalmente decidido [o quanto será]".
 
A definição sobre os modos de energia em nada depende da nova bateria, que será fornecida pela McLaren Applied Technologies e permitirá que cada piloto dispute corridas inteiras com um único carro. Segundo Agag, FE e FIA já conhecem todos os detalhes da bateria.
Gen2 (Foto: Divulgação)

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"Nós sabemos qual será a densidade da energia, assim como a temperatura e o quanto pode ser forçada", garantiu.

 
Outra mudança confirmada nas últimas semanas foi o fim do ponto extra para o dono da melhor volta. A FE passa a liberar um tento para o piloto mais eficiente da corrida. Este sistema também ainda não foi arrendondado, mas a ameaça de um piloto diminuir o ritmo propositalmente para ficar com esse ponto não preocupa Agag.
 
"Não sei exatamente como vai funcionar, mas creio que seja um bom conceito. Queremos recompensar o gerenciamento de energia, então é uma boa iniciativa. Acredito que será medido via telemetria. É interessante. Me lembra de quando estávamos na GP2 e, se você terminasse em oitavo na primeira corrida, largava da pole no dia seguinte", lembrou.
 
"Tinha gente em sétimo que queria ser ultrapassado, mas o outro cara não queria passar. E aí chegava mais alguém e tentava levar vantagem contra os dois. É difícil prever todas as consequências – e há alguns riscos, mas é algo normal. No panorama completo, o vencedor é quem anota a maioria dos pontos e o outro vai anotar só um ponto, então há uma clara diferença na recompensa", encerrou.
 
A FE volta em 14 de abril, direto de Roma.
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