Diretor da Renault diz que F-E “seria quase o dobro mais cara” se equipes precisassem desenvolver baterias próprias
O diretor-técnico da Renault, Vincent Gaillardot, avaliou que o desenvolvimento de baterias pode ser aberto no futuro, mas que no momento os custos seriam altos demais e a tecnologia ainda não é o suficiente
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A Fórmula E começou sua história fornecendo praticamente todos os elementos de forma única para as equipes disputarem dentro da pista e com o plano de abrir as regras conforme o tempo passasse. Logo permitiu o desenvolvimento da parte técnica, do trem de força e assim por diante. Na temporada 2018/19, no entanto, terá novas baterias. Até esta temporada, que começa em menos de duas semanas, as baterias são todas fabricadas pela Williams – passarão a ser feitas pela McLaren. E, segundo um dos principais executivos envolvidos com a categoria, abrir desenvolvimento e bateria entre as equipes iria quase dobrar o preço de estar na categoria.

COM TÍTULO EM TEMPORADA DIFÍCIL, MÁRQUEZ É PILOTO DO ANO
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