Diretor diz que decisão da FIA de excluir F-E da lista para obtenção da superlicença na F1 foi lógica: “Não é categoria de acesso”

Alejandro Agag, diretor-executivo da F-E, afirmou que a FIA fez uma escolha lógica, quando optou por não colocar a categoria dos carros elétricos entre os campeonatos que podem beneficiar um piloto na obtenção da superlicença na F1

Diretor-executivo da F-E, Alejandro Agag concordou com a decisão da FIA em omitir a categoria dos carros elétricos entre os campeonatos que integram os critérios da entidade para a obtenção da superlicença, documento obrigatório para o piloto competir na F1.

O dirigente afirmou que a decisão é correta, justificando que a F-E não é, de fato, uma série de acesso à F1. "Eu acho que foi uma escolha lógica", disse o espanhol durante entrevista coletiva na cidade de Buenos Aires, na Argentina, onde acontece a quarta etapa da temporada inaugural da F-E.

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"O nosso campeonato não é feito como uma forma de preparação dos pilotos para a F1, porque não somos parte desta pirâmide. A F-E é totalmente diferente do cenário do automobilismo. O que vai acontecer é que, no futuro, nós teremos uma categoria que servirá de preparação e que vai garantir uma licença para competir no nosso campeonato", completou.

Alejandro Agag, dirigente da F-E, disse que a categoria não serve para escalar F1 (Foto: Reuters)

Agag acrescentou ainda que está contente com a forma como a categoria está se configurando financeiramente nesta primeira temporada. "Em termos de exposição de marca,o valor recolhido nas primeiras corridas foi de mais de US$ 150 milhões (aproximadamente R$ 400 mi), enquanto o valor em espaços publicitários televisivos, se forem adquiridos, é de US$41,3 milhões (ou R$ 110 mi)", afirmou.

"Estou feliz com este começo. Não é apenas uma sensação minha, mas resultado de uma análise de dados coletados até agora por empresas independentes", disse o dirigente.

A F-E também divulgou seus números de audiência de TV após os três primeiros eventos. De acordo com a organização, foram 56 milhões de espectadores desde a abertura, na China.

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MUITO AJUDA QUEM…

Desde o fim de 2011, é pelo sobrenome Wolff que a escocesa Susie atende. Antes, ela era conhecida como Susie Stoddart, a pilota da Mercedes no DTM. A mudança de nome se deu pelo casamento com Toto Wolff, o chefão da mercedes na F1, e o empresário austríaco acredita que tem mais atrapalhado do que ajudado na carreira da esposa. Ao falar da relação com Susie à revista francesa ‘Auto Hebdo’, o dirigente disse que não gosta de vê-la sendo chamada de 'a esposa do Toto Wolff’ e admitiu que ela já foi prejudicada pela associação.

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