Dono da Virgin, Branson se mostra contente com investimento e acredita que F-E vai superar F1 dentro de cinco anos

Richard Branson, dono da Virgin, acredita que a F-E vai conseguir rivalizar de igual para igual com a F1 dentro de cinco anos. Feliz com o investimento na categoria, o britânico acha que o campeonato vai crescer rapidamente nos próximos anos

Dono da Virgin, o empresário Richard Branson se mostrou contente com a primeira temporada da história da F-E e acredita que a categoria dos carros elétricos poderá rivalizar de igual para igual com a F1 dentro de cinco anos. A equipe, que leva a famosa marca de Branson, disputou o campeonato com o Jaime Alguersuari e Sam Birdespanhol foi substituído apenas na rodada de Londres. O time ocupa atualmente a sexta colocação na tabela de pontos.

"Virá o tempo em que a F-E vai superar a F1", afirmou o inglês aos jornalistas no Battersea Park, que recebe neste fim de semana a etapa derradeira da temporada 2014/2015.

"Em quatro ou cinco anos, eu acho que vocês vão ver a F-E superar F1 em termos de número de pessoas. A F-E vai crescer rapidamente, porque a energia verde está crescendo rapidamente também", emendou o britânico.

"As pessoas que vem para acompanhar a F-E amam a categoria, e isso significa que o campeonato tem tudo para crescer naturalmente", completou.

Richard Branson cumprimenta Scott Speed (Foto: Divulgação/F-E)

Não é de hoje que Branson tem envolvimento com o automobilismo. O empresário apoiou a Manor, quando a equipe foi aceita no processo seletivo da FIA em 2009, para entrar na F1. A Virgin, entretanto, permaneceu com o time apenas por duas temporadas, em 2010 e 2011. Na estreia, a esquadra teve como pilotos o brasileiro Lucas Di Grassi e o alemão Timo Glock. Antes disso, a marca já havia patrocinado a Brawn, em 2009. 

FIA: comparação é absurda

Presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Jean Todt pensa diferente e entende que é errado comparar a categoria elétrica com a F1. "É um grande erro tentar comparar duas coisas diferentes. Por exemplo, você não pode comparar Londres com uma cidade com praia", disse.

"A F-E tem corridas com dois carros por piloto, corre em pistas de rua e tem orçamento bem diferente, então é um absurdo compará-la com a F1. Precisamos ver a F1 como o nível mais alto do automobilismo, mas também precisamos da F-E, do Mundial de Endurance e das demais categorias", explicou o dirigente, acrescentando que a chave do sucesso da F-E será um controle eficiente dos custos.

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