FIA define teto de gastos na Fórmula E para equipes e montadoras a partir de 2023

Em conjunto com a FIA, Fórmula E definiu teto de gastos para equipes e montadoras a partir da nona temporada, em 2023. Limite vai aumentar na 11ª edição devido aos carros Gen3

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A Fórmula E terá um novo regulamento sobre o teto de gastos da categoria, que entra em vigor no dia 1º de outubro de 2022 e passa a valer a partir do ano de 2023. O limite de gastos nas temporadas nove e dez será de € 13 milhões (R$ 83 milhões) por ano para as equipes, e € 25 milhões (R$ 161 milhões) para as montadoras. Isso inclui custos de pesquisa e desenvolvimento, fabricação e distribuição das unidades de potência — este último, no caso das montadoras. A FIA será a responsável por controlar as despesas.

A partir da 11ª temporada da categoria, o teto de gastos das equipes subirá para € 15 milhões (cerca de R$ 96 milhões). O motivo para o aumento será a segunda fase de desenvolvimento dos carros de terceira geração, que farão sua estreia na Fórmula E durante a temporada 9.

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Nyck De Vries foi o campeão da Fórmula E em 2021 pela Mercedes (Foto: FIA Fórmula E)

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Em relação às montadoras, um segundo conjunto de regras entrará em vigor para definir o limite de gastos após a décima temporada. É preciso levar em consideração o investimento necessário para desenvolver as unidades de potência para definir o quanto essas fabricantes poderão gastar na Fórmula E.

“Ao longo dos últimos 18 meses, trabalhamos junto à FIA e todos os participantes da Fórmula E para criar um regulamento que vai garantir a sustentabilidade financeira a longo prazo de todos os competidores”, disse o chefe da Fórmula E, Jamie Reigle. “Quando combinado às melhorias recentes de nosso regulamento técnico, esse sistema financeiro vai fortalecer o valor da Fórmula E, afirmou o dirigente.

“As regras financeiras foram criadas para complementar nosso ambicioso roteiro técnico e permitir às montadoras da Fórmula E demonstrarem o potencial dos veículos elétricos nas condições mais exigentes de corrida”, pontuou. “A mudança para os veículos elétricos está acelerando, e os carros de geração três da Fórmula E vão definir os parâmetros de desempenho e eficiência. Não existe retorno”, encerrou Reigle.

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