Di Grassi projeta permanência na Fórmula E, mas diz que Porsche “deve dominar” até 2024

Lucas Di Grassi acredita que a Porsche vai terminar na frente da Fórmula E com tranquilidade nesta temporada e na próxima

Uma volta na pista do eP de São Paulo da Fórmula E

É uma temporada de revolução na Fórmula E. A entrada da terceira geração de carros da categoria, o Gen3, fez com que a ordem de forças fosse reorganizada. Lucas Di Grassi parecia ter acertado em cheio na primeira corrida, quando fez pole e foi ao pódio, mas a Mahindra mostrou um sem fim de problemas desde então. Durante evento beneficente em que acelerou o carro em São Paulo pela primeira vez, no último domingo — e o GRANDE PRÊMIO esteve presente, no Parque do Ibirapuera — fez avaliação do cenário da competição até as quatro primeiras etapas. Com direito até a uma previsão de dois anos.

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De acordo com Di Grassi, que nem correu na etapa da Cidade do Cabo por conta de um problema generalizado com as asas dianteiras da Mahindra, a Porsche tem condições de dominar o restante desta temporada e a próxima inteiramente.

“A adaptação foi bem rápida com uma pole e um pódio logo na primeira corrida. Mas, desde então, a gente teve uma combinação de má sorte e dificuldade. O carro da Mahindra não está no nível da Porsche ou da Jaguar, por isso, temos de trabalhar para melhorá-lo e, com as condições atuais, vai ser praticamente impossível brigar pelo campeonato”, afirmou.

Di Grassi [ao centro] e Álvaro Buenaventura [imediatamente à direita], diretor da Fórmula E na América Latina (Foto: Guilherme Bloisi/GRANDE PRÊMIO)

“A Porsche, neste e no próximo ano, deve dominar e terminar com as três primeiras posições, pelo menos”, disse.

Já com relação ao futuro, o piloto, que chegou à Mahindra após apenas um ano na Venturi, para onde foi depois da Audi deixar a Fórmula E, projetou a permanência na categoria por mais alguns anos, com ou sem carros capazes de título. Mas, claro, quer ter chances de voltar a vencer.

“O principal de tudo é ter um carro competitivo, estar em uma situação que esteja disputando pódios e posições com um carro que seja bom. Na parte física e mental, é mais tranquilo, posso seguir mais cinco anos. Mas dependerá de uma combinação de fatores, do
quanto vou conseguir correr. Sem dúvidas, pelo menos mais dois, três campeonatos estarei correndo”, finalizou.

Atualmente, a equipe de fábrica da Porsche e a Andretti, que conta com o trem de força da fábrica alemã, dominam o campeonato.

O GRANDE PRÊMIO cobre o eP de São Paulo ‘in loco’ com grande equipe e transmite TODAS as atividades de pista AO VIVO e EM IMAGENS.

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