Maior, mais rápida e com novas baterias: próxima geração de carros da F-E vai à pista pela primeira vez em outubro

Há uma grande expectativa quanto à quinta temporada da F-E, a que compreenderá 2018 e 2019. Novas montadoras, novas equipes, novas baterias e carros estarão nas pistas. E o primeiro teste concreto para a próxima geração da F-E acontece no próximo mês de outubro, quando a Spark e a McLaren verão seu chassi e bateria na pista. As equipes testam pela primeira vez em fevereiro do ano que vem

 

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A nova geração de chassis da F-E estreia apenas na quinta temporada da categoria, no segundo semestre de 2018. Mas os carros irão ganhar a pista pela primeira vez no próximo mês de outubro, nos testes iniciais conduzidos pela Spark e pela McLaren. As equipes terão um gostinho da novidade apenas em fevereiro do ano que vem. 

 

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A partir da temporada 2018/19 os carros da F-E serão impulsionados por baterias de 54 kwh criadas pela McLaren Applied Technologies que precisarão ter duração de uma corrida – terminando, assim, com as trocas de carros no meio das provas. A Spark, que segue sendo a fornecedora única de chassis na categoria, terá outubro para fazer os primeiros ajustes no encontro entre o projeto de novo chassi e as baterias estreantes. O crash-test do carro está marcado para 1º de setembro.

 
A FIA já confirmou quem serão as nove construtoras da categoria na quinta temporada. Assim, portanto, inicialmente gostaria de ter um carro entregue para cada uma delas em outubro, o que não vai acontecer. O primeiro teste para todas as equipes será em fevereiro de 2018. A homologação dos carros é esperada para agosto de 2018.
 
Até agora, a expectativa para o peso do novo carro é que seja de 930 kh, 42 kg maior do que o desejado no começo da produção. Uma das causas é a bateria da McLaren, mais pesada que o esperado. Segundo o site norte-americano 'Motorsport.com', um diretor da fábrica afirmou que o peso está "entre 350 e 360 kg [fora estrutura de segurança] com 209 células de íon-lítio". A atual bateria, feita pela Williams, é de 165. Além disso, o topo de potência dos novos carros será de 250 kw em comparação aos 200 kw atuais.
O carro conceito da F-E (Foto: Divulgação)
Segundo o site, a Williams também ganhou o direito de conduzir testes nas baterias. E o resultado apontou que os ciclos de trabalho das novas baterias passam por um desgaste no desempenho que faz com que as baterias, ao menos em tese, não durem o bastante para permitir que cada piloto tenha só um carro por toda a temporada.
 
A FIA tratou sobre o assunto com a McLaren Applied Technologies, e agora a expectativa é que a fabricante planeje uma redução na taxa de exigência de energia das baterias, algo que irá aumentar bastante a vida útil. Para consolidar o plano de ter um carro por piloto, FIA e McLaren também trabalham com uma equipe de especialistas independentes liderada por Burkhard Göschel, presidente da Comissão de Novos Campeonatos Elétricos e de Novas Energias.
 
Ao lado da McLaren na produção estão a Sony e a Atieva. São as células da Sony Energy Devices que a MAT está utilizado para montar as baterias; enquanto a Atieva está desenvolvendo o maço das baterias.
 
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