Novo abandono em carro “completamente sem confiabilidade” irrita Di Grassi: “Pior começo de campeonato da vida”

Em Marrakech, Di Grassi mal conseguiu completar metade da corrida: o carro da Audi quebrou antes. Sem pontos após três corridas, o brasileiro aponta os problemas de confiabilidade como “muito frustrantes”

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Lucas Di Grassi teve um dia “frustrante” em Marrakech. O brasileiro, que foi ao Marrocos já com a pressão de não pontuar em nenhuma das duas corridas em Hong Kong, voltou a abandonar neste sábado (13). Vítima de problemas mecânicos, o piloto segue zerado naquele que é considerado o pior começo de campeonato da carreira.
 
“É muito frustrante ter um carro tão rápido como temos esse ano, uma performance muito melhor do que a do ano passado, mas ficar completamente sem confiabilidade”, reclamou Di Grassi, questionado pelo site ‘crash.net’. “100% de problemas de confiabilidade. É inacreditável. Precisamos investigar isso”, seguiu.
 
“Se quisermos vencer corridas e escalar a classificação do campeonato, precisamos entender o problema. Nunca tive um começo de campeonato tão ruim na minha vida”, disparou.
Lucas Di Grassi já disputou três ePs, mas segue com zerado (Foto: Audi)

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A única temporada de Di Grassi comparável com a atual é a de 2010, quando o piloto defendia a nanica Virgin na F1. Na ocasião, o melhor resultado do brasileiro após três corridas foi um 14º lugar – justamente o máximo alcançado em 2017/18, mas com a poderosa Audi.
 
Di Grassi ainda não dá o campeonato por perdido, mas tem consciência de que precisa de um trabalho hercúleo para dar a volta por cima. Aos olhos do atual campeão, a competitividade do grid atual não lhe favorece.
 
“É muito mais difícil agora. Nós melhoramos, mas agora são pelo menos cinco ou seis equipes em um bom nível”, avaliou. “Qualquer um pode vencer dentro de um grupo de cinco, seis ou até sete equipes. Até algumas que eram subestimadas como a Venturi, que deveria ter vencido com o Mortara em Hong Kong. Qualquer um é capaz de vencer. Vai ser muito difícil recuperar. Mas ao mesmo tempo, como todos estão competitivos, vencer três corridas seguidas pode devolver nossas esperanças”, encerrou.

Enquanto Di Grassi segue com zero pontos, o sueco Felix Rosenqvist lidera com 54.

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