Punta del Este surge no calendário para se transformar na “Monte Carlo da América do Sul”, diz chefe da F-E
Jeitão de Mônaco, Punta del Este tem por atrair turistas de todos os cantos da ‘Sudaca’ e se transformar num paraíso de endinheirados. E a pista em si colabora: é apertada e com boxes no mesmo estilo dos vistos no Principado. É assim que Alejandro Agag, o chefe da F-E, enxerga a etapa uruguaia: olhando para o futuro para transformá-la em ápice de tradição da categoria de carros elétricos
Quase porque, apesar de comandar a F-E, não tem controle sobre tudo. O dirigente, por exemplo, não se mete nas negociações que as montadoras estão fazendo para entrar no campeonato. É tema para outra reportagem — e que começa a dar ares de grandeza ao negócio.
O que vem como diferença clara entre Mônaco e Punta del Este é a presença da areia, que se põe como um fator interessante para a disputa dos treinos, classificação e corrida neste sábado. “Pode atrapalhar um pouco, sim”, admitiu Nicolas Prost, “mas acho que a bateria e os pneus estão preparados para isso”, completou.
O único que fez uma menção a outro local foi Oriol Servià. "Para mim, é como se estivesse em Surfers Paradise, nos anos em que a corrida estava no campeonato da Indy", destacou o catalão, décadas de estrada no automobilismo e o segundo piloto mais velho do grid — só perde para Jarno Trulli, piloto e chefe de equipe sem nenhuma saudade da F1.
Relacionadas
O GRANDE PRÊMIO cobre 'in loco' o eP de Punta del Este da F-E com os repórteres Victor Martins, Evelyn Guimarães e Pedro Henrique Marum. Para acompanhar o noticiário completo, clique aqui.
Quando o relógio deu 15 nesta sexta-feira em Punta del Este, o safety-car de tecnologia híbrida da BMW saiu dos boxes levando a primeira leva de carros e aqueles que estivessem na parte de dentro do circuito de rua para cerca dos alambrados. Os câmeras das TVs locais usaram as arquibancadas e o espaço do hospitality-center para, além de exercerem suas funções, saciar a curiosidade; o mesmo fizeram os moradores dos prédios que têm visão privilegiada. Era uma série de voltas de reconhecimento do traçado estreito e com curvas de baixa. De longe ou perto, era possível ver o espanto mesclado à surpresa.

11 triunfos, 16 pódios e um título conquistado com vitória em Abu Dhabi. Uma campanha bem diferente daquela que, em 2008, deu a Lewis Hamilton o primeiro título do Mundial de F1. A comparação entre as conquistas reflete, principalmente, o amadurecimento do piloto inglês com o passar do tempo.
Há seis anos, disputando somente sua segunda temporada na categoria, Hamilton estava sob uma pressão enorme. Ele tinha de ser campeão e retribuir à McLaren o investimento feito em sua carreira desde os tempos de kart e o apoio que recebera no ano anterior em meio à briga com Fernando Alonso.

AS 100 MELHORES IMAGENS
Lewis Hamilton entrou no último domingo (23), em Abu Dhabi, para o seleto grupo de bicampeões da F1. Com uma vitória segura na derradeira etapa da temporada 2014, o inglês da Mercedes derrotou o companheiro de equipe Nico Rosberg, com uma vantagem de 67 pontos. Mas o campeonato deste ano foi bem mais acirrado do que essa diferença indica.
O GRANDE PRÊMIO fez uma seleção das 100 melhores imagens dessa intensa batalha. A galeria especial conta a história de como Hamilton conseguiu vencer o Mundial pode ser vista aqui.
🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias da Formula E direto no seu celular!
Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.
📩 NEWSLETTER GP
Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!