Senna crê que carros da F-E podem desafiar potência de outras categorias em breve e crava: “Quero fazer parte disso”

Bruno Senna tem as expectativas mais otimistas do mundo sobre a F-E. O piloto da Mahindra crê que em poucas temporadas os carros da F-E possam desafiar os de outras categorias movidas por combustíveis fósseis

Bruno Senna tem as expectativas mais otimistas sobre o futuro da F-E. Depois de acabar sendo um protagonista inesperado do final da primeira temporada da categoria e já ter testado com a Mahindra para o desenvolvimento do segundo ano, Bruno se mostrou comprometido com o futuro da categoria. Para ele, em poucos anos os bólidos elétricos podem estar em par com os carros mais rápidos movidos a combustíveis fósseis.
 
Segundo Senna, a F-E é diferente de outras grandes categorias por conta dos preços, também. Enquanto as questões orçamentárias na F1 são um grande problema, ultimamente, a F-E está tendo muito cuidado. É por esse motivo que o desenvolvimento das partes dos carros vai crescendo durante a temporada. 
 
"A maioria das categorias agora são muito mais caras para desenvolver em conjunto com carros de rua. Com a F-E é ao contrário. Estamos tentando desenvolver coisas que são incrivelmente relevantes para nossas próximas gerações e sua qualidade de vida", disse em entrevista ao site 'Electricautosport.com'.
Bruno Senna
Para Bruno, é possível que nas próximas quatro temporadas os carros estejam em um nível de desenvolvimento de competição até com as categorias de carros movidos pelos combustíveis fósseis.
 
"Na quinta temporada, esse carros podem ter tração nas quatro rodas, um monte de potência e aderência. Eles podem dar aos carros mais rápidos movidos a combustível um bom desafio, e eu quero ser parte disso quando acontecer", seguiu.
 
Sobre a temporada fraca pela Mahindra, onde terminou apenas na décima colocação do campeonato com 40 pontos, Bruno se mostrou otimista também. Talvez tenha sido "uma forma de melhorar".
 
"Foi um ano legal, corremos em algumas pistas insanas e vimos que há muito potencial para a F-E melhorar. A corrida, em si, já é muito divertida e todo mundo gosta de ver os pilotos mergulhando de um carro para outro, é algo único. Tudo tem um começo, tudo tem uma forma de melhorar, e é isso queremos fazer", encerrou.
 
Na temporada inaugural, a Mahindra teve ajuda de engenharia da Carlin. Mas os indianos ficaram insatisfeitos e, segundo o site inglês 'Motorsport.com', a equipe está próxima de um acordo com a Campos, que foi parceira da China de Nelsinho Piquet no ano.

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