Palou e Grosjean em alta, Rossi e Rosenqvist em baixa: melhores e piores da Indy 2021

O GRANDE PRÊMIO faz um balanço final da temporada 2021 da Indy, indicando os destaques positivos e negativos da categoria

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Após o fim da temporada 2021 da Indy, com título inédito de Álex Palou, o GRANDE PRÊMIO preparou um balanço dos pilotos na temporada, passando pelos principais destaques positivos e negativos do campeonato. Após 16 etapas, oito pilotos diferentes triunfaram, em um ano de excelentes corridas e disputas. Sem mais delongas, à análise:

Os melhores de 2021

ÁLEX PALOU

Não dá para começar uma lista com destaques da Indy em 2021 sem falar de Palou. Campeão em seu primeiro ano de Ganassi e segundo de categoria, o espanhol tem tudo para se transformar em figura constante na briga por campeonatos. Espantou pela consistência e maturidade, lidando muito bem com momentos de pressão e com naturalidade ao chegar em uma equipe que, todos sabem, era de Scott Dixon.

JOSEF NEWGARDEN

É bastante possível não ser campeão com a Penske e mesmo assim brilhar intensamente. Newgarden é o único que pode tirar o posto de melhor piloto da temporada de Palou, mesmo sem ter ficado com o título. Em um no absolutamente atípico da maior equipe do grid, o americano empilhou grandes atuações, como já havia sido em 2020, quando também foi derrotado por uma Ganassi, a de Dixon.

Josef Newgarden fez um enorme 2021 (Foto: IndyCar)

PATO O’WARD

O mexicano não esteve no mesmo nível de Palou e Newgarden, mas chegar à final com chances de título pela McLaren é algo bastante digno de nota. De negativo, a inconstância nos momentos em que tinha possibilidade de escapar na liderança e a total falta de ritmo de pneus duros em quase toda etapa.

COLTON HERTA

Um pecado a confiabilidade da Andretti em 2021 ter sido de papel. Quando estava bem, era o melhor carro do grid e Colton, o melhor piloto. Teve momentos memoráveis, venceu três vezes, fez três poles. É oscilar menos que o título vira muito possível em 2022.

ROMAIN GROSJEAN

Mesmo sem ter feito a temporad toda, Grosjean passou perto do título de novato do ano. Especialmente nos circuitos mistos, mostrou incrível adaptação à categoria, fez pole, pódios e quase venceu corridas. A primeira vitória deve vir em 2022, agora que vai para um time bem mais competitivo, a Andretti. Ainda pegou gosto pelos ovais, ou seja, um ano maravilhoso do francês.

Romain Grosjean fez uma boa estreia na Indy (Foto: Indycar)

Os piores da Indy 2021

DALTON KELLETT

Simplesmente a pior posição de chegada média da história da Indy. O canadense teve média de 21,31, ou seja: acaba as corridas, mais ou menos, entre o 21º e o 22º lugares. Não tem muito mais o que falar além disso.

FELIX ROSENQVIST

Apesar de uma melhora considerável no fim, especialmente em classificações, o sueco terminou o campeonato em 21º, 282 pontos abaixo de O’Ward, companheiro de McLaren. Não fazer nem metade dos pontos do parceiro de time é algo bem sério, especialmente porque Felix já teve seus bons momentos na Indy, com a Ganassi. Vai ter uma provável última chance em 2022 em um carro competitivo.

James Hinchcliffe vai sofrer para ter carro em 2022 (Foto: IndyCar)

JAMES HINCHCLIFFE

Resgatado pela Andretti de volta para o grid, Hinch teve um ano tenebroso. Com um mísero top-10 na temporada – no pódio, é verdade, ficou em 20º, atrás até de Grosjean, que fez três corridas a menos do que ele. Vai sofrer para achar vaga em 2022.

ALEXANDER ROSSI

Dá uma certa pena de colocar Rossi aqui, mas a quantidade de chances jogadas fora, hein? O americano se meteu em confusões além da conta, fechar a temporada só com um pódio é muito abaixo do que deveria. O jejum de vitórias segue.

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