Barrichello espera convite para correr etapa da Indy em Brasília: "É como oferecer banana para macaco"

Rubens Barrichello foi só elogios para a pista onde a Indy vai correr em Brasília no próximo dia 8 de março e ainda declarou que se a chance correta aparecer, ele está, sim, interessado em participar da prova de abertura da temporada 2015 da categoria‏

A passagem de Rubens Barrichello na Indy em 2012 não terminou como o veterano esperava, mas deixou as portas abertas para Barrichello passar de novo pelas pistas da categoria. Ao menos é o que o piloto acredita, já que ele está interessado em participar da abertura da temporada 2015 da Indy, em Brasília.

Em bom momento na carreira aos 42 anos, o campeão da Stock Car elogiou muito o traçado por onde a Indy vai passar na capital federal, e disse que espera uma grande melhora no circuito como um todo especialmente após a reforma pela qual está passando.

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"A pista tem Brasília tem um dos melhores desenhos que eu já vi. Já corri lá, e com toda a reforma que está acontecendo lá – toda a melhora de segurança -, creio que vai ser um dos melhores circuitos do país", disse à revista americana 'Racer'.

Rubens Barrichello quando corria na Honda (Foto: Getty Images)

Perguntado sobre o interesse de participar da prova, que acontece em 8 de março, Barrichello não titubeou em dizer que, sim, se a chance correta aparecer, ele vai considerar a participação.

"É como perguntar a um macaco se ele quer banana. Eu gostaria de participar da corrida. Já falei com algumas pessoas, e teria de ser num lugar de bom ambiente com um time competitivo. É algo que se aparecer, eu definitivamente analisaria. Acredito que a corrida em Brasília vai ser espetacular", afirmou.

Em sua única temporada na Indy, Barrichello dividiu as garagens da equipe KV com Tony Kanaan na temporada 2012. No entanto, o piloto "sofreu", terminando em 12º naquele campeonato, sem vitórias.

Barrichello vai correr nos EUA nas 24 Horas de Daytona, entre 23 e 25 de janeiro.

MUDOU DE IDEIA
Embora sempre tenha se posicionado contra o descongelamento do desenvolvimento dos motores na F1, Toto Wolff, chefe da Mercedes, acredita que a decisão da FIA vai favorecer os atuais campeões no futuro, porque agora vão ter a chance de aperfeiçoar o já poderoso motor V6, além do próprio carro, e isso vai representar uma grande vantagem frente aos adversários, especialmente se levar em conta o domínio que a equipe alemã impôs durante a temporada 2014.
 
No início deste mês, a entidade que rege o esporte reconheceu que havia, de fato, uma brecha no regulamento que limitava a evolução das unidades de força e acabou acatando o pedido de Ferrari e Renault para a regra fosse revista. A única fornecedora de motor que está fora da nova diretiva técnica é a Honda, que vai entregar motores à McLaren neste ano.

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ABERTA A MUDANÇAS
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) disse que está aberta a ajustes com relação ao novo sistema para a obtenção da superlicença na F1, especialmente se ficar clara a necessidade de alguma alteração no que diz respeito às categorias de base.
 
Como parte de um esforço para reforçar os critérios para a aquisição da licença obrigatória da F1, a entidade máxima do automobilismo implantou uma idade mínima para os pilotos, além da exigência de 40 pontos somados em campeonatos de acesso. Porém, as categorias escolhidas e a pontuação atribuída a elas tem causado controvérsia, principalmente por causa da F-2, que sequer existe e que possui o valor máximo em pontos.

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TEM APELO
Fornecedora única de pneu na F1, a Pirelli entende que o retorno de pneus mais largos na F1 para os próximos anos pode ajudar a aumentar o espetáculo e tornar as corridas mais atraentes.
 
Tanto a FIA quanto as equipes, atualmente, trabalham em propostas que tornem o esporte mais emocionante e que dificultem mais a vida dos pilotos. Entre as sugestões estudadas, está o aumento na largura dos pneus, o que ajudaria a melhorar a aderência dos carros em curvas. Motores de 1.000 cv também estão na pauta.

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