Carlin explica ausência em Indianápolis 1 e vê potencial para ter dois carros em 2022

Stephanie Tindall, gerente de relações públicas da Carlin, explicou a ausência de Max Chilton no GP de Indianápolis 1 e comentou que, depois da pandemia, as chances de ter dois carros da equipe em 2022 parecem maiores

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Helio Castroneves fala sobre o GP de Indianápolis 2 (Vídeo: Divulgação)

A ausência de um piloto reserva presente no carro da Carlin para o GP de Indianápolis 1, em maio, surpreendeu boa parte do grid. Isso porque Max Chilton ficou de fora do evento por problemas de imigração e a equipe não teve nenhum representante na corrida. E, na Indy, muito por conta da premiação do Leader’s Circle para os 22 melhores carros na classificação — que tem objetivo de incentivar as equipes que participam da competição de forma integral e que renderá um prêmio de cerca de US$ 820 mil este ano, ou seja, R$ 4,44 milhões na cotação atual —, é visto como ‘estranho’ uma equipe correr o risco de perder uma etapa da temporada.

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Mas, segundo Stephanie Tindall, gerente de relações públicas da equipe, revelou que a ausência do carro em Indianápolis se deu mais pelo acidente de Conor Daly, companheiro de equipe de Chilton, na largada da corrida no Texas, que gerou danos gigantes no carro. Ela reitera, no entanto, que foi uma “decisão difícil”, mas esperava que o #59 ainda pudesse participar da etapa.

“Houve razões para não termos colocado mais ninguém no carro. Não era um cenário ideal, mas uma equipe pequena em um ano muito difícil, e tendo acabado de sair de graves danos causados ​​por um acidente no Texas. Foi uma decisão difícil”, disse ela.

“Foi de última hora. No dia anterior, tínhamos concordado com Jay Frye [presidente da Indy] e a organização, que deram um apoio incrível durante todo o tempo, que se Max [Chilton] perdesse os treinos e classificação da sexta-feira, ele poderia fazer apenas o aquecimento e a corrida de sábado. Pensamos que ainda iria acontecer, mas ele chegou seis horas atrasado”, acrescentou.

Max Chilton não partiticpou do GP de Indianápolis 1 por problemas de imigração (Foto: Indycar)

Tindall pensa tanto no futuro, que revela uma meta da equipe para os anos seguintes: ter dois carros no campeonato, assim como foi em 2018 e 2019. Vale lembrar que Chilton participa de todas as corridas de rua e das 500 Milhas de Indianápolis, mas cede seu lugar a Daly nas ovais. Por isso, depois de “resistir” à pandemia do novo coronavírus, ela espera por caminhos melhores a partir de 2022.

“É interessante porque sentimos que 2021 seria ainda mais difícil do que 2020. Mas nós resistimos à pandemia e há conversas mais positivas acontecendo do que no ano passado, em termos de patrocinadores e investidores em potencial”, explicou.

“E também, pilotos como Grosjean vindo, e Lundgaard indo bem no último fim de semana, além de Alex Albon visitando à Indy, tudo isso ajuda a revigorar o mercado de pilotos. Acho que as equipes da Indy podem ser muito mais confiantes porque há muito interesse da Europa nesta série. Portanto, não vou colocar nenhuma probabilidade específica de ter dois carros, mas parece muito mais promissor do que neste mesmo momento em 2020″, concluiu Tindall.

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