Dixon se queixa da falta de bandeira vermelha em batida de Pigot nas voltas finais

Scott Dixon não acredita que Takuma Sato teria combustível para alcançar o fim da corrida. Neozelandês também reclamou da ausência de bandeira vermelha após o acidente de Spencer Pigot

Scott Dixon liderou a maior parte da Indy 500 e amargou o segundo lugar, derrotado pelo japonês Takuma Sato. Mesmo líder do campeonato, o neozelandês saiu com gosto ruim do Brickyard após a derrota deste domingo (23).

Dixon fez o último pit-stop uma volta depois de Sato, e estava apostando que o japonês teria uma pane seca no fim por conta do consumo de combustível na reta final.

“Eu não sei como eles conseguiriam. Paramos uma volta depois e os números indicavam que seria bem difícil para nós. Acho até que ele hesitou em um momento na reta quando coloquei de lado. Acho que eles iam tentar economizar combustível ou arriscar. Acho que só arriscaram”, disse à NBC.

Takuma Sato cruza a linha de chegada em primeiro (Foto: Indycar)

O neozelandês também reclamou da ausência de bandeira vermelha nas voltas finais da corrida por conta da batida de Spencer Pigot. Ele crê que a sujeira na pista era grande para ser limpada com os carros na pista.

“Primeira vez que os vi deixarem as coisas correr assim. Pensei que iam dar bandeira vermelha, o que teria sido interessante nas últimas quatro ou cinco voltas. Tiro o chapéu para o Sato, pilotou tudo hoje, e pra RLL. Foram super rápidos e terminaram em primeiro e terceiro. Estávamos no lugar certo, acho que tínhamos mentalidade e combustível para vender, mas se você hesita, é isso que acontece”, concluiu.

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