Furioso, Dixon reclama de “resultado fabricado pela direção de prova” e diz: “Tinha carro para vencer”

Scott Dixon ficou inconformado com a bandeira amarela que o jogou para o pelotão intermediário. Segundo o neozelandês, o resultado da corrida em São Petersburgo foi fabricado pela direção de prova

 

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Scott Dixon não gostou nem um pouco da entrada da bandeira amarela após o toque entre Tony Kanaan e Mikhail Aleshin neste domingo (12) em São Petersburgo. Segundo o neozelandês, a pista estava limpa e a direção de prova, assim, "fabricou" o resultado da corrida, jogando para frente pilotos como Sébastien Bourdais e Simon Pagenaud e o tirando da disputa junto com o então líder James Hinchcliffe.

 
Dixon elogiou muito o carro que tinha em mãos e reclamou muito do comportamento da direção de prova, explicando que só no muro tinha detrito decorrente do acidente.
 
"Eu tinha um carro que poderia ter vencido. O jeito que o Bourdais foi parar na frente foi completamente fabricado pela direção de prova. Não tinha detrito na pista. Na verdade, tinha um pedaço pequeno, mas você precisava acertar o muro para chegar nele. Não entendi o que aquela amarela tava fazendo lá, era totalmente desnecessária", disse.
Scott Dixon reclamou muito da direção de prova em St. Pete (Foto: Indycar)
O veterano se queixou da falta de critério para interferir na prova do jeito que foi, mas garantiu que não quis tirar os méritos de Bourdais com as críticas.
 
"Geralmente esses caras sabem que, em um estágio crucial da corrida, você deve deixar rolar. Não tinha detrito na pista, repito. Você não pode simplesmente embaralhar o pelotão, porque aí a classificação fica sem sentido. Não quero tirar os méritos do Bourdais, esse tipo de situação acontece com todo mundo, mas isso mudou a corrida", fechou.
 
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