Indy busca corte de custos antes de novo motor e tenta reduzir testes privados em 2022

A Indy quer ter menos dias de testes privados em 2022. A justificativa da categoria é um corte de custos focando em 2023, ano de nova geração de motor

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A busca por corte de custos na Indy segue e, para 2022, isso deve impactar na redução no número de testes privados das equipes. Atualmente, são dois dias de testes coletivos e mais cinco de privados para os times, mas a tendência é de que o somatório caia para seis totais.

É que não há uma mudança de regulamento impactante para 2022, diferentemente de para 2023, que a Indy terá um nova geração de motores. Assim, o próprio Spring Training, tradicional período de testes em diversas ligas americanas, não vai acontecer na Indy 2022, como já deixou de rolar em 2021.

“Nada é definitivo ainda, mas estamos tentando ter quatro dias de testes privados e não cinco. Não tem nenhuma grande mudança de regulamento para 2022, então não achamos que isso vai ser um problema muito grande”, disse Jay Frye, presidente da Indy, à revista americana Racer.

A Indy deve reduzir os testes em 2022 (Foto: IndyCar)

Segundo Frye, a mudança é também para garantir mais testes visando 2023, com as equipes trabalhando próximas de Honda e Chevrolet na nova unidade de potência.

“Nós vamos ter nossas fabricantes começando a testar ano que vem, mas com muitos testes e esperamos que as equipes ajudem nisso. Elas podem aproveitar o tempo com as fabricantes”, completou.

A Indy encerra a segunda temporada seguida afetada pela pandemia neste domingo, com o GP de Long Beach. A temporada 2022 já tem data marcada para começar: 27 de fevereiro, nas ruas de St. Pete.

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