Indy Lights liga alerta com acidente de Monger na F4 Inglesa e estuda opções de segurança para carro de 2018

O carro da temporada 2018 da Indy Lights deve ter algumas mudanças. Pensando na segurança e em não repetir o que aconteceu com Billy Monger na F4 Inglesa, o diretor de corridas da categoria Tony Cotman garantiu que vem trabalhando para minimizar os riscos em casos de colisões

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O acidente gravíssimo sofrido por Billy Monger na F4 Inglesa ligou o sinal de alerta também na Indy Lights. Buscando evitar consequências como as que teve o jovem piloto britânico, que perdeu as duas pernas, a categoria já trabalha em modificações no carro para a temporada 2018.
 
Tony Cotman, diretor de corridas da Lights, explicou que o pedido para reforçar a segurança nos carros partiu de Trevor Carlin, que teve seu piloto Patrik Pasma envolvido no acidente com Monger.
 
"O Trevor chegou até mim em Barber e, honestamente, foi ele que me fez abrir os olhos para este problema. Ele explicou que o acidente de lá poderia nos fazer melhorar em alguns aspectos no nosso carro da Indy Lights", disse ao site norte-americano 'Motorsport.com'.
 
Segundo Cotman, o trabalho com a Dallara vai focar especialmente nas extremidades do carro, tentando fazer com que o bico não seja um causador de lesões.
O carro de 2018 da Lights deve ter mudanças (Foto: Indy Lights)

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"Nosso primeiro objetivo é ajeitar a traseira, a parte da redução de impactos lá. Precisamos ter certeza que o suporte de elevação rápida não seja o primeiro a fazer contato depois de um acidente. Obviamente, nunca teremos algo completamente à prova de acidentes, mas nós precisamos ver isso com calma. A proteção que diminui os impactos resiste bem às pancadas na traseira, mas a forma dela não evita danos com o bico do carro que vem vindo atrás", seguiu.
 
O diretor de corridas da principal categoria de acesso à Indy lembrou que não é possível radicalizar nos ajustes, já que o carro atual também foi feito quase que milimetricamente para evitar acidentes.
 
"Algumas coisas não podem ser modificadas radicalmente, como a altura do bico do carro, que já é assim por questões de segurança, principalmente evitando que um carro suba no outro em um acidente. Por outro lado, o bico ainda não é alto o suficiente para evitar impactos duros em uma colisão de bico na traseira", completou.
 
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