Newgarden domina reta final e vence GP de St. Louis da Indy. Collet abandona
Em dia de vitória de Newgarden, Caio Collet se destaca por agressividade desde o início da prova. Depois de liderar a corrida em alguns momentos, brasileiro abandonou com problema no motor
Josef Newgarden voltou a vencer na temporada 2026 da Indy. Depois do triunfo em Phoenix, o piloto da Penske confirmou sua condição de principal nome da categoria em ovais ao conquistar o GP de St. Louis. Em uma prova interrompida duas vezes pela chuva, fator que embaralhou a estratégia das equipes e alterou o rumo da corrida, o bicampeão das 500 Milhas de Indianápolis comandou a parte final da disputa e demonstrou o melhor ritmo na nona etapa do campeonato.
A segunda colocação ficou com Marcus Ericsson, um dos grandes protagonistas da corrida. Mesmo após largar apenas na 12ª posição, o piloto da Andretti assumiu a liderança ainda no primeiro stint e permaneceu entre os ponteiros durante boa parte da prova. O sueco perdeu a ponta durante uma das janelas de pit-stop e tentou reagir na pista, mas não conseguiu encontrar uma forma de superar Newgarden nas voltas decisivas.
Christian Rasmussen, da Carpenter, voltou a mostrar o bom desempenho em ovais, conquistando o terceiro lugar na prova, logo à frente de um combativo Rinus VeeKay, que colocou a Juncos em quarto. Scott McLaughlin, da Penske, aproveitou a última bandeira amarela para trocar os pneus e ganhar algumas posições, fechando em quinto.
Kyle Kirkwood, de Andretti, completou em sexto, à frente de David Malukas, da Penske, e Will Power, companheiro na Andretti. Marcus Armstrong finalizou em nono com a Meyer Shank, com Christian Lundgaard completando o top-10 pela McLaren.
Álex Palou terminou somente em 17º após ficar sem combustível entrando nos boxes depois da segunda bandeira vermelha, causando uma confusão no pit-lane. Quando chegou na área de troca de pneus e rebastecimento, o carro ficou parado por duas voltas até religar.
Caio Collet abandonou a corrida na volta 226 com um estouro no motor. No entanto, o brasileiro foi um dos personagens da corrida. Depois de largar em 20º, o desempenho do brasileiro já o havia colocado entre os primeiros colocados ainda no primeiro stint — liderou durante sete voltas no total. O piloto se destacou pela agressividade, especialmente nas relargadas, característica que se somou ao excelente trabalho da Foyt na estratégia e à eficiência dos pit-stops, mas que não teve resultado confirmado pela falha mecânica quando era o sexto.

A corrida foi marcada por duas bandeiras vermelhas provocadas pela chuva, nas voltas 137 e 197. Na primeira interrupção, que paralisou a prova por 38 minutos, Collet ocupava a segunda posição. Em ambas as ocasiões, a Indy conseguiu retomar a disputa e completar as 260 voltas regulamentares.
Depois de cinco finais de semana seguidos com atividades em pista, a Indy vai para uma folga e retorna entre os dias 19 e 21 de junho, com o GP de Road America.
Como foi o GP de St. Louis
A Indy encurtou o cerimonial de pré-corrida devido à ameaça de chuva, o que fez a transmissão começar praticamente no comando para ligar os motores, com os carros já realizando as voltas de apresentação. A largada foi antecipada para 22h06 (de Brasília, GMT-3). Quem não conseguiu alinhar foi Dennis Hauger, após enfrentar problemas no carro da Dale Coyne.
A bandeira verde só veio às 22h08, quando as filas foram devidamente alinhadas. Os carros se espalharam logo após a autorização da largada, com destaque para Kyle Kirkwood, que colocou o carro lado a lado com David Malukas, mas não conseguiu assumir a segunda posição. Caio Collet fez uma largada agressiva e saltou de 20º para 14º. Christian Rasmussen ganhou três posições e assumiu o 16º lugar, enquanto Will Power avançou quatro colocações e passou a ocupar uma posição logo atrás do carro #21 da Carpenter.
Scott Dixon fez o caminho inverso, perdendo posições nas voltas iniciais. Depois de largar em sétimo, caiu para décimo, sendo superado por Josef Newgarden, Pato O’Ward e Marcus Ericsson. O sueco, que partiu da 12ª posição, assumiu o sétimo lugar na volta 9 ao ultrapassar Scott McLaughlin. Ao mesmo tempo, Kyffin Simpson recebeu uma punição de drive-through por não estar devidamente alinhado no momento da largada.
Na sequência, Ericsson subiu para sexto ao superar Marcus Armstrong, enquanto Rasmussen e Power deixavam Santino Ferrucci para trás. O piloto da Foyt caiu de 15º para 17º. O dinamarquês da Carpenter aproveitou o bom momento e ultrapassou Collet na curva 3 da volta 14, assumindo a 14ª colocação. Logo depois, o carro #26 da Andretti repetiu a manobra e também deixou o brasileiro para trás.

No mesmo momento, Newgarden fez sobre Felix Rosenqvist um movimento semelhante ao de Rasmussen sobre Collet: mergulhou por dentro na curva 3 e assumiu a quarta posição. Na volta seguinte, Ericsson ultrapassou o compatriota da mesma forma e subiu para quarto.
Com 20 das 260 voltas completadas em St. Louis, Álex Palou liderava com quase 1s5 de vantagem sobre Malukas, que tinha uma diferença semelhante para Kirkwood. Newgarden, Ericsson, Rosenqvist, Armstrong, McLaughlin, O’Ward e Dixon completavam o top 10. Collet aparecia em 16º.
Palou encontrou o primeiro retardatário na volta 22. E era justamente Simpson, seu companheiro de equipe na Ganassi.
Na volta 24, Collet ensaiou dar o troco em Power, mas o ataque foi rechaçado pelo bicampeão. Foi então que o foco passou para Newgarden, que se aproximou de Kirkwood no giro 28 e o ultrapassou sem muitas dificuldades na curva 3. Na sequência, Ericsson repetiu a manobra sobre o companheiro de equipe.
Palou viu a diferença para Malukas cair para menos de 1s quando teve dificuldades para colocar uma volta de vantagem sobre Louis Foster. A vantagem do espanhol voltou para 1s5 quando o norte-americano conseguiu a ultrapassagem logo depois. No mesmo giro, Rinus VeeKay ultrapassou Christian Lundgaard para assumir o 12º lugar, abrindo espaço para Rasmussen também superar o piloto da McLaren.
Os quatro primeiros colocados passaram a aparecer no mesmo enquadramento a partir da volta 40. Palou enfrentava dificuldades para ultrapassar os retardatários, o que aproximou Malukas, Newgarden e Ericsson. O carro #2 atacou o companheiro de equipe na Penske e assumiu a segunda colocação, trazendo Ericsson consigo. Na volta 46, o sueco encontrou uma brecha e tomou o segundo lugar, deixando Newgarden vulnerável ao ataque de Malukas, que deu o troco.

No fim da volta 47, Palou se atrapalhou ao tentar superar Sting Ray Robb, o que abriu uma oportunidade para Ericsson assumir a liderança. Ao mesmo tempo, a janela de pit-stops se abriu, e Lundgaard, Siegel, Rossi, Rosenqvist e McLaughlin foram os primeiros a parar. Newgarden e Malukas disputaram posição até na saída dos boxes, mas o bicampeão da Indy 500 levou vantagem por estar na linha interna.
Na volta 53, Dixon era o líder, com Collet em segundo, já que ambos ainda não haviam realizado suas paradas. O brasileiro foi aos boxes no fim daquela volta, enquanto o neozelandês entrou nos pits ao término da volta 55, momento em que a bandeira amarela foi acionada. Siegel recebeu um toque de Palou na curva 1 e acabou no muro.
A relargada veio na volta 64, e Newgarden partiu para cima de Ericsson. Os dois chegaram a se tocar, mas o sueco conseguiu manter a liderança. Collet também largou muito bem e deixou para trás O’Ward e McLaughlin, subindo para a sétima posição. Logo à frente do brasileiro estava Dixon, que perdeu posições para Malukas e Kirkwood. Pato também entrou em queda livre no pelotão, caindo para 11º após ser ultrapassado por VeeKay, que aproveitou o embalo para superar McLaughlin e Rasmussen nas voltas seguintes.
Na volta 75, Collet passou a pressionar Dixon pela sexta colocação. O brasileiro preparou a ultrapassagem ao longo de quatro giros até mergulhar por dentro na curva 3 e deixar o hexacampeão da Indy para trás. Pouco depois, VeeKay utilizou a linha externa nas curvas 3 e 4 para superar o carro #9 na reta principal.
Ericsson mantinha a liderança com cerca de 1s de vantagem para Newgarden, que já tinha aproximadamente 3s de frente para Palou. O espanhol enfrentava dificuldades para colocar uma volta em Will Power. Malukas aparecia em quarto, à frente de Kirkwood e Collet, que se aproximava do piloto da Andretti por volta do giro 90. VeeKay, Dixon, Rasmussen e McLaughlin completavam os dez primeiros. Dois giros depois, o piloto da Carpenter superou Dixon e assumiu a oitava posição.
A corrida entrou em um momento mais estável perto da volta 100, com as diferenças entre os ponteiros se mantendo constantes. O cenário mudou novamente quando os líderes encontraram retardatários. Foi nesse contexto que, na volta 106, VeeKay aproveitou a oportunidade para ultrapassar Collet. Ao mesmo tempo, a janela de pit-stops foi aberta. Collet foi um dos últimos a entrar nos boxes, estratégia que lhe permitiu assumir provisoriamente a liderança da prova na volta 109. Naquele mesmo momento, VeeKay ultrapassava Malukas e assumia a 14ª posição provisória.
Collet fez sua parada na volta 113, devolvendo a liderança a Dixon. Enquanto isso, o meio do pelotão fervia, com Rasmussen e Palou protagonizando uma intensa disputa roda a roda. Pouco depois, a segunda bandeira amarela da noite foi acionada por causa de Graham Rahal. O norte-americano perdeu o controle do carro na curva 3 e acertou o muro.
A entrada do safety-car favoreceu Dixon e Power, que ainda não haviam realizado suas paradas, mas também acabou beneficiando Ericsson, Collet e Newgarden, que permaneceram no mesmo giro dos líderes. Rasmussen ocupava a sexta posição, já com uma volta de atraso, enquanto Palou, Kirkwood, VeeKay e Malukas completavam o top 10.

Com a abertura da janela de pit-stops sob bandeira amarela, Dixon, Power e Newgarden voltaram aos boxes. Com isso, Ericsson e Collet herdaram as duas primeiras posições da corrida. Quando tudo parecia pronto para a relargada, Simpson ficou lento na pista na volta 125 e parou na área de entrada nos boxes sem combustível, o que atrasou o retorno da bandeira verde, que foi estendida por conta de uma leve garoa, que aumentou até vir a bandeira vermelha, por volta de 23h20.
A Indy chegou a anunciar que os motores seriam religados às 23h42, mas a chuva voltou a cair na pista, abortando o retorno da verde. Depois de 5 minutos, a direção de prova permitiu que os pilotos pudessem deixar os carros. Às 23h52, os competidores passaram a correr, literalmente, para retornarem aos monopostos. Em seguida, receberam a informação de que os motores seriam religados às 0h02 — desta vez, a direção de prova conseguiu cumprir a previsão.
Assim que a bandeira vermelha foi substituída pela amarela, Dixon, Palou, Malukas, O’Ward e McLaughlin aproveitaram para ir aos boxes. Na sequência, a bandeira verde foi acionada com 145 voltas completadas. Ericsson manteve a liderança, mas perdeu parte da vantagem enquanto Armstrong recuperava a volta de atraso. Collet passou a sofrer forte pressão de Newgarden, que buscava a ultrapassagem de todas as formas. No giro 148, o bicampeão da Indy conseguiu superar o brasileiro.
Mais atrás, McLaughlin, Ferrucci e Malukas travavam uma disputa intensa pela 12ª posição. Melhor para o neozelandês, que saiu de trás dos adversários para concretizar as duas ultrapassagens. Na volta 151, após muita insistência, o carro #12 conseguiu superar Ferrucci na curva 3 e assumiu o 13º lugar.
O ímpeto de Armstrong diminuiu no giro 152, quando Ericsson e Newgarden voltaram a colocá-lo uma volta atrás. Collet tentou fazer o mesmo, mas precisou aliviar o ritmo na curva 3. Na volta 155, Rasmussen voltou a superar Kirkwood e, por fora na curva 3, assumiu a quinta posição. O dinamarquês manteve o ritmo forte e rapidamente alcançou Will Power, então quarto colocado.
No giro 160, com 100 voltas restantes para o fim, Ericsson liderava com cerca de 1s de vantagem para Newgarden, que já tinha 3s4 sobre Collet. Power, Rasmussen, Kirkwood, VeeKay, Dixon, Palou e O’Ward completavam o top 10. Pouco depois, a classificação mudou novamente quando o dinamarquês ultrapassou o piloto da Penske e assumiu a quarta posição.
VeeKay voltou a movimentar o grupo dos dez primeiros ao partir para cima de Kirkwood e Power. Primeiro, na volta 167, superou o norte-americano por fora na curva 3. Dois giros depois, deixou o australiano para trás no mesmo trecho, desta vez pela linha interna. Ao mesmo tempo, Rasmussen tentava se aproximar de Collet e quase perdeu o controle ao escapar da trajetória ideal e passar pela sujeira da pista na curva 4.
A janela de pit-stops foi aberta na volta 172 com a parada de Kirkwood, mesma volta em que Palou enfrentou dificuldades ao tentar colocar uma volta sobre Mick Schumacher. VeeKay parou no giro 174, enquanto Rasmussen, Power e Foster entraram nos boxes na volta 175. Ericsson deixou a liderança para realizar sua parada na volta 178. A ponta ficou provisoriamente com Collet depois que Newgarden entrou nos boxes no giro seguinte. O brasileiro só fez seu pit-stop na volta 181.
Com isso, Dixon, Palou, O’Ward, McLaughlin e Malukas passaram a formar o top 5. Entre os pilotos que já haviam parado, Newgarden era o melhor colocado, aparecendo em nono, logo à frente de Ericsson. Collet retornou à pista em 12º, atrás de Rasmussen e VeeKay.
A janela de paradas seguiu aberta para os pilotos que ainda não haviam visitado os boxes desde a bandeira vermelha. Ferrucci, O’Ward e McLaughlin fizeram seus pit-stops, enquanto Malukas entrou na volta 194. Assim, apenas Dixon e Palou permaneciam na pista, ocupando as duas primeiras posições.

Mais uma vez, Dixon contou com um golpe de sorte. Na volta 197, quando a questão do combustível começava a se tornar crítica, a bandeira amarela voltou a ser acionada por causa da chuva, justamente quando Collet descontaria a volta para o neozelandês.
A bandeira vermelha voltou a ser acionada na sequência e paralisou a corrida até 0h48. Assim que os motores foram religados, Dixon precisou retornar imediatamente aos boxes para uma parada emergencial, despencando para as últimas posições. Com isso, Collet e Kirkwood voltaram à mesma volta dos líderes.
Na volta 204, todos os pilotos que estavam na volta do líder foram aos boxes. Nesse momento, Palou ficou sem combustível dentro do pit lane. Com isso, a ordem passou a ser Newgarden, Rasmussen, Ericsson, VeeKay, Dixon, Collet, Kirkwood, Power, Lundgaard e O’Ward. O espanhol da Ganassi, com dificuldades para religar o carro, retornou à pista duas voltas atrás. Além disso, Dixon também precisou ir para o fim do pelotão por conta da parada emergencial realizada sob bandeira vermelha.
A bandeira verde foi agitada na volta 213, com Newgarden mantendo a liderança. Rasmussen, porém, partiu para o ataque nos giros seguintes e assumiu a ponta para a Carpenter. De imediato, o dinamarquês abriu cerca de 0s3 de vantagem. Enquanto isso, Collet não conseguiu resistir ao ritmo de Kirkwood e caiu para a sexta posição.
Newgarden, no entanto, não deixou barato e retomou a liderança na volta 220. Rasmussen respondeu imediatamente e recuperou a ponta no giro seguinte. O bicampeão das 500 Milhas de Indianápolis voltou a assumir a primeira colocação na volta posterior, enquanto Ericsson e VeeKay acompanhavam a disputa de perto, prontos para aproveitar qualquer oportunidade.
Depois de muito ímpeto, Rasmussen passou a sentir o desgaste do pneu e acabou superado por Ericsson, no momento que veio a bandeira amarela, na volta 225. Caio Collet teve um estouro no motor e abandonou a prova.
Algum pilotos tornaram a parar nos boxes para ter melhores condições de pneus, o que deixou a relargada ainda mais frenética, com 26 voltas para o final. McLaughlin atacou Malukas e assumiu o sexto lugar. Logo foi para quinto ao desbancar Kirkwood, sendo o melhor piloto que parou para trocar pneus na amarela. Com 19 para o fim, Power fez uma bela ultrapassagem sobre Armstrong, indo por fora para assumir a oitava posição.
Na reta final, o grid se acalmou e Newgarden e Ericsson se destacaram dos concorrentes, mas não vimos um disputa ferrenha pela vitória, pois o piloto da Penske conseguiu controlar o ímpeto do adversário e levar a segunda do ano.
Rasmussen completou o pódio depois de bela batalha contra VeeKay na parte final da prova. McLaughlin, Kirkwood, Malukas, Power, Armstrong e Lundgaard completaram os dez primeiros.
Indy 2026, resultado do GP de St. Louis:
| 1 | Josef NEWGARDEN | Penske Chevrolet | 2h25min26s767 | 260 voltas |
| 2 | Marcus ERICSSON | Andretti Honda | +0.661 | |
| 3 | Christian RASMUSSEN | Carpenter Chevrolet | +1.852 | |
| 4 | Rinus VEEKAY | Juncos Chevrolet | +3.435 | |
| 5 | Scott McLAUGHLIN | Penske Chevrolet | +7.223 | |
| 6 | Kyle KIRKWOOD | Andretti Honda | +7.948 | |
| 7 | David MALUKAS | Penske Chevrolet | +8.368 | |
| 8 | Will POWER | Andretti Honda | +9.337 | |
| 9 | Marcus ARMSTRONG | Meyer Shank Honda | +9.725 | |
| 10 | Christian LUNDGAARD | McLaren Chevrolet | +10.040 | |
| 11 | Pato O’WARD | McLaren Chevrolet | +10.869 | |
| 12 | Scott DIXON | Ganassi Honda | +11.529 | |
| 13 | Santino FERRUCCI | Foyt Chevrolet | +15.413 | |
| 14 | Felix ROSENQVIST | Meyer Shank Honda | +18.833 | |
| 15 | Romain GROSJEAN | Dale Coyne Honda | +1 volta | |
| 16 | Mick SCHUMACHER | RLL Honda | +1 volta | |
| 17 | Álex PALOU | Ganassi Honda | +2 voltas | |
| 18 | Alexander ROSSI | Carpenter Chevrolet | +2 voltas | |
| 19 | Sting Ray ROBB | Juncos Chevrolet | +3 voltas | |
| 20 | Louis FOSTER | RLL Honda | +10 voltas | |
| 21 | Kyffin SIMPSON | Ganassi Honda | +24 voltas | |
| 22 | Caio COLLET | Foyt Chevrolet | +34 voltas | NC |
| 23 | Graham RAHAL | RLL Honda | +148 voltas | NC |
| 24 | Nolan SIEGEL | McLaren Chevrolet | +207 voltas | NC |
| 25 | Dennis HAUGER | Dale Coyne Honda | +260 voltas | NL |
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