Leist lamenta novo grave acidente em Pocono e diz que “algo precisa ser feito”

Matheus Leist foi 14º nas 500 Milhas de Pocono, mas falou mais sobre a corrida em geral do que a própria participação. O brasileiro focou no 'big-one' da largada e pediu que a categoria faça algo pela segurança nos ovais, especialmente no da Pensilvânia

Matheus Leist conquistou seu segundo melhor resultado do ano ao ser 14º em Pocono, mas pouco falou do próprio desempenho. O jovem piloto focou nos problemas que a Indy enfrenta em ovais, especialmente na pista do final de semana, com mais um acidente muito feio na largada após toque de Takuma Sato em Alexander Rossi.
 
Leist espera que a categoria faça algo para evitar que novas pancadas assim ocorram. Pocono, por exemplo, além de ter visto agora Felix Rosenqvist jogado para a grade, teve o acidente de Robert Wickens em 2018 que o afasta das pistas até hoje e a morte de Justin Wilson em 2015.
 
“Mais uma vez, vimos um grave acidente em Pocono e, desta vez, felizmente as consequências não foram sérias. Para nós, pilotos, está claro que algo precisa ser feito em ovais longos como este para evitar que este tipo de batida aconteça. Depois do que vimos nos últimos anos, não é possível creditar todos estes acidentes a coincidências. Desafiar os limites é a essência de nosso trabalho, mas temos de ter a certeza de que absolutamente tudo foi feito para garantir a segurança de todos envolvidos”, disse.
Matheus Leist falou dos problemas em Pocono (Foto: IndyCar)

Sobre o próprio desempenho, Matheus elogiou a Foyt, mas revelou que teve um problema nos pneus durante um stint que atrapalhou sua estratégia.

 
"O carro estava bom. As paradas foram perfeitas e eu acho que a gente tinha uma boa estratégia. Perdemos uma volta por causa de muita vibração num dos pneus, aí tivemos de parar mais cedo que os outros", explicou.
 
 

 
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