Indy

Sato relata falta de ritmo no fim e diz que “não estava no nível” de atacar Rossi: “Fizemos o máximo que dava”

Takuma Sato apareceu no fim da corrida após ficar sumido por boa parte dela e chegou. Na terceira colocação, admitiu que não tinha condições de atacar Simon Pagenaud e Alexander Rossi. Foi até o limite

Grande Prêmio / Redação GP, do Rio de Janeiro
A última relargada para a edição 2019 das 500 Milhas de Indianápolis, na tarde deste domingo (26), apresentou um postulante à vitória que ainda não tinha dado as caras durante a prova: o vencedor de 2017, Takuma Sato. O hoje piloto da RLL não conseguiu vencer, mas terminou a prova num terceiro lugar que coloca o japonês entre os primeiros colocados do campeonato da Indy.
 
A oportunidade de Sato chegou depois da bandeira vermelha chamada por conta do acidente da volta 176, quando Graham Rahal e Sébastien Bourdais se encontraram e acabaram tirando Felix Rosenqvist, Zach Veach e Charlie Kimball da prova. Conseguiu terminar em terceiro após largar em 14º. 
 
"Sempre é desafiador, sempre é difícil. Mantivemos nossa cabeça concentrada, fizemos nosso trabalho e tiramos o máximo que dava", falou.
Takuma Sato (Foto: IndyCar)
No rádio, logo após a prova, já havia agradecido à equipe e avaliado que foi até onde deu. 
 
"Obrigado, rapazes! Estava muito apertado aqui na pista. Agradeço a todos pelo trabalho, realmente sou grato. Tiramos o máximo que dava", comemorou. 
 
Apesar do japonês aparecer em terceiro, surpreendeu que ele não tenha tentado atacar Alexander Rossi e Simon Pagenaud. Alguém problema, Sato explicou, limitou a potência nas últimas voltas. 
 
"Tivemos algum tipo de problema na segunda volta com o pace-car e diminuímos o ritmo. Foi sorte que continuamos na corrida, e as últimas 15 voltas foram bastante divertidas. Tentamos alcançar Rossi, mas não estávamos nesse nível", comentou.
 
Sato está na quarta colocação do campeonato e tem 203 pontos contra 250 do líder Pagenaud.


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