Ainda em fase de adaptação, Lorenzo diz que Ducati exige estilo de pilotagem “ilógico” e garante: “Estou tentando tudo”

Jorge Lorenzo afirmou que a Ducati exige um estilo de pilotagem um pouco ilógico em comparação com a Yamaha. O #99 garantiu que está tentando de tudo para ser competitivo com o protótipo de Bolonha

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Após nove anos com a Yamaha, Jorge Lorenzo está sofrendo para se adaptar à Ducati. Passado o primeiro terço da temporada 2017, o #99 avalia que a Desmosedici exige um estilo de pilotagem um pouco “ilógico”.

 
Depois das seis primeiras corridas do ano, Lorenzo ocupa a sétima colocação na classificação do Mundial de Pilotos da MotoGP, 59 pontos atrás do líder Maverick Viñales.
 
Jorge Lorenzo reconheceu que ainda não sente a Ducati como sua (Foto: Michelin)
Questionado sobre o que podia aprender com as informações de Dovizioso enquanto ainda tenta se adaptar à Ducati, Lorenzo respondeu: “Acredite em mim, eu estou tentando tudo para tirar o máximo desta moto”.
 

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“Eu mudei a posição em todas as corridas, os manetes, o freio traseiro, o assento”, listou. “Tento ver os dados de todos os pilotos da Ducati para ver onde estou perdendo. Tento de tudo”, garantiu.
 
“Mas depois de 20 anos guiando do mesmo jeito, você não pode mudar de uma hora para outra — você não pode aprender uma nova linguagem em dois dias. Tudo é complicado”, ponderou. “Você tem de guiar de uma forma um pouco ilógica para ser competitivo. É o oposto da Yamaha”, indicou.
 
Tricampeão da MotoGP, Lorenzo avaliou que só voltará a fazer corridas excelentes quando sentir que é o dono da GP17.
 
“No momento, posso fazer corridas mais ou menos. Às vezes boa corridas, não excelentes”, reconheceu. “Quando me sentir confiante com a moto e a moto parecer minha, farei novamente corridas excelentes”, continuou.
 
Dono de um excelente histórico no GP da Itália desde a estreia na MotoGP em 2008, com cinco vitórias em seis corridas disputadas, o espanhol avaliou que a passagem por Mugello deixou clara sua posição atual na Ducati.
 
“A Yamaha era, provavelmente, mais natural para o meu estilo de pilotagem”, falou. “Com a Yamaha, eu fui rápido a partir das três primeiras corridas em 2008. [Em Mugello] eu terminei no pódio por oito anos”, recordou.
 
“No momento, [a Ducati] não é natural para mim, mesmo que eu dê o meu melhor e seja um piloto mais completo do que quando comecei na MotoGP”, indicou. “Mas, provavelmente, isso é por conta do estilo oposto de pilotagem que essa moto exige”, considerou.
 
“Então estou trabalhando com Gigi [Dall’Igna] e com os engenheiros para fazer a moto virar melhor, mas, até que isso aconteça, vai depender muito da pista e também vai ser importante ver em que velocidade eu posso mudar a minha pilotagem”, concluiu.
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