Após acidente com Dovizioso, Pedrosa celebra ausência de asas na Honda e pede fim do recurso: “Pode machucar”

Após um acidente com Andrea Dovizioso em Austin, Dani Pedrosa celebrou a ausência de asas na RC213V da Honda, já que acredita que o recurso poderia ter machucado o italiano. #26 pediu o fim das asas na MotoGP

Dani Pedrosa se levantou contra a crescente tendência de asas na MotoGP. Após derrubar Andrea Dovizioso na abertura da sétima volta do GP das Américas, o espanhol avaliou que o piloto da Ducati teria se machucado consideravelmente se a RC213V também estivesse equipada com os recursos aerodinâmicos.
 
A Ducati foi pioneira no uso de asas e a GP16 traz dois pares do recurso, de um tamanho avantajado. Do lado da Yamaha, as asas são menores e não são utilizadas com frequência.
 
Antes de criticar as asas, Dani explicou a queda de levou Dovizioso ao chão ainda no início da prova de domingo (10).
Dani Pedrosa derrubou Andrea Dovizioso no Texas (Foto: Honda)
A classificação da MotoGP após o GP das Américas

“A frente bloqueou e eu saí voando. Eu pude sentir, evitar, mas na vez seguinte foi pior e aí eu simplesmente perdi a moto”, explicou Dani. “Talvez eu estivesse um pouco mais inclinado, mas é assim com esses pneus. Eles são muito sensíveis ao que você faz na moto… Eu lamento por Dovi, porque é uma droga quando alguém te derruba e o impacto foi bem forte”, lamentou.

 
Pedrosa avaliou que Andrea poderia ter se machucado muito mais se a RC213V tivesse equipada com as asas. O espanhol também lembrou um lance do GP da Argentina, quando as asas da moto de Andrea Iannone arrancaram a câmera on-bord de Marc Márquez e ainda atingiram as costas do #93.
 
“É uma sorte que eu não tenha grandes asas, porque elas podem machucar o piloto e eu estou trabalhando para acabar logo com isso”, contou. “Nós vimos agora na Argentina o que aconteceu com a asa de Andrea, contando a câmera on-board de Marc”, recordou.
 
“Aquilo é muito forte, então se pode cortar aquilo, pode cortar outra coisa. E, como eu disse, hoje o impacto foi muito forte no Dovi. Estou feliz por ele estar OK e pela minha moto não ter provocado nenhuma lesão nele”, seguiu.
 
Questionado sobre o tema, Márquez lembrou que o enrosco entre os pilotos da Ducati em Termas de Río Hondo também poderia ter sido pior por conta das asas.
 
“Na queda que Iannone teve com Dovizioso, por pouco não pega o punho. É preciso controlar isso. Espero que não se torne uma F1 de asas e aerodinâmica, que conte mais a ciclística da moto, como sempre foi”, afirmou. “Estas asas estão permitidas e, enquanto estiverem, podem ser utilizadas, mas é preciso ver onde está o limite”, encerrou.

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