Chefe da Suzuki acha que ter equipe satélite é benefício. Mas tem um temor: esgotar os recursos do time de fábrica

Chefe da Suzuki, Davide Brivio avaliou que uma equipe satélite seria útil no desenvolvimento da GSX-RR, mas admitiu que teme o impacto financeiro de fornecer mais duas motos na MotoGP

 

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Chefe da Suzuki, Davide Brivio nunca escondeu o interesse da marca em contar com uma equipe satélite, mas este projeto parece estar um pouco mais distante. O dirigente admitiu que teme o impacto financeiro deste aumento de estrutura.

 
Com Andrea Iannone e Álex Rins — que largou apenas duas vezes neste início de temporada —, a Suzuki não teve um bom início para a campanha 2017 e aparece apenas na quarta colocação do Mundial de Construtores, atrás de Yamaha, Honda e Ducati.
Davide Brivio admitiu que teme impacto financeiro de uma equipe satélite (Foto: Suzuki)

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Até agora, apenas Aspar e Avintia asseguraram contratos para 2018, quando vão seguir com a Ducati. Assim, as opções da Suzuki estariam apenas com Pramac, também atendida pela casa de Bolonha, e LCR e Marc VDS, hoje clientes da Honda.
 
“A Suzuki é uma companhia muito grande, mas o orçamento que dedica às corridas não é muito grande”, contou Brivio em entrevista à revista britânica ‘Autosport’. “Criar um time satélite esgotaria os recursos do time de fábrica”, avaliou.
 
“Nossa progressão parou um pouco. Digamos que está em ‘stand-by’”, comentou. “Estamos com medo de que perder os recursos que seriam alocados para um time satélite possa nos causar problemas”, revelou.
 
Com uma dupla completamente repaginada, a Suzuki ainda está longe de repetir os resultados do ano passado. Passadas as primeiras cinco provas do ano, a fábrica de Hamamatsu soma 22 pontos no Mundial de Construtores, 86 a menos que a líder Yamaha. Na disputa entre equipes, o time tem 23 pontos, 124 atrás da casa de Iwata
 
Ano passado, com Aleix Espargaró e Maverick Viñales, a Suzuki chegou ao mesmo ponto da temporada com 55 pontos no Mundial de Construtores e 91 na disputa entre Equipes.
 
Além da performance mais discreta da GSX-RR, a Suzuki também foi prejudicada pelas muitas lesões de Rins, que ainda se recupera das fraturas sofridas no braço esquerdo em Austin. O #42 foi substituído por Takuya Tsuda na Espanha, com Sylvain Guintoli assumindo o protótipo a partir de Le Mans.
 
No entender de Brivio, uma equipe satélite poderia ajudar no desenvolvimento da Suzuki, mas existe o temor de que a marca não consiga dar conta de atender um cliente.
 
“Essas duas motos extra seriam de grande ajuda para obtermos dados”, apontou. “Mas a Suzuki nunca teve uma equipe satélite”, lembrou. 
 
“Além dos mais, esta é a primeira vez que o time é completamente caseira”, concluiu.
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