Com futuro incerto, Lüthi cogita retorno para Moto2 em 2019, mas diz que “objetivo é seguir na MotoGP”

Thomas Lüthi já começou a pensar em quais passos dará em 2019. Com futuro incerto e sem saber se segue em sua equipe na MotoGP, o piloto revelou o desejo de seguir na categoria rainha do Mundial de Motovelocidade, mas admitiu também cogitar um retorno para a Moto2

A temporada da MotoGP está longe de acabar, mas Thomas Lüthi já está começando a pensar qual rumo tomar no futuro. Inclusive, o piloto afirmou que caso não tenha espaço na classe rainha, cogita um retorno para a Moto2.
 
Após onze temporadas na classe intermediária, o suíço enfim teve a chance de dar o salto em 2018. Entretanto, defendendo a Marc VDS, tem exibido resultados pouco expressivos, com dois 16º lugares como melhores resultados.
 
Mas mais do que isso, o atual time do piloto não vem enfrentando uma fase tão fácil. Chefe da equipe, Michael Bartholemy teve seu contrato encerrado sob acusações de má gestão dos recursos financeiros. Isso deixa a escuderia com um futuro incerto.
 
Pensando em tudo isso, Lüthi já começou a listas as possíveis trilhas que pode tomar a partir de 2019. “É muito cedo, mas com certeza penso no futuro, para onde vou, o que está acontecendo. Não apenas na MotoGP”, explicou.
Thomas Lüthi (Foto: Marc VDS)
“Tudo começa na MotoGP, equipes de fábrica, e depois todo o resto, até mesmo a Moto2 e coisas assim. Com certeza meu empresário está trabalhando bastante. Estou tentando deixar todo o trabalho sobre o futuro para ele enquanto mantenho minha cabeça limpa para meu trabalho com a moto”, continuou.
 
“Claro, eu também tenho a Moto2 em minha mente. Pode ser uma opção, mas meu objetivo principal é ficar na MotoGP para ter mais tempo para melhorar, aprender e entender melhor tudo”, completou.
 
“Fiquei muitos anos na Moto2. Meu estilo de pilotagem era perfeito para aquela moto. Eu era consistente, forte, fazia um bom trabalho. Agora, mudar o estilo de pilotagem na MotoGP é um grande trabalho”, seguiu.
 
O piloto ainda comentou sobre sua dificuldade de adaptação na classe rainha do Mundial. “Eu gostaria de ver grandes passos de evolução. Estou seguindo, mas são pequenos passos. Gostaria de ver mais avanços, é nisso que estou trabalhando”, explicou.
 
“Gostaria de ter mais tempo. Ter um segundo ano e mais chances de ter os dois pés, e não apenas um, nesta classe para entender e progredir. No momento, o tempo está correndo, é o que sinto. Mas eu tento me focar no meu trabalho e seguir avançando”, encerrou.
 
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