Pedrosa despista sobre participação como wildcard em 2021: “Pode ser interessante”

Dani Pedrosa está bem cotado para fazer uma corrida com a KTM, como convidado, ainda na temporada 2021. Apesar disso, em entrevista, o espanhol preferiu não confirmar e fez mistério sobre a participação sobre a volta às pistas

Eric Granado acertou um tapa, sem querer, no mecânico após a vitória (Vídeo: MotoGP)

Dani Pedrosa está fora do grid da MotoGP desde que saiu da Honda, em 2018, e se aposentou. Desde então, virou piloto de testes da KTM e pode estar com os dias contados para retornar às pistas do Mundial de Motovelocidade, mas dessa vez para uma breve aparição, apenas como wildcard.

A possibilidade foi levantada por Pit Beirer, diretor-esportivo da marca austríaca, mas só quando o piloto espanhol der o aval sobre a moto do próximo ano. Em entrevista ao jornal El Mundo, Pedrosa comentou sobre o assunto.

“O que mais me motiva com a KTM é ajudar a evoluir a moto e a performance dos pilotos. Também é bacana ver as decisões técnicas baseadas nos resultados dos testes que faço. Participar como wildcard pode nos ajudar a medir certos parâmetros que não podem ser observados nos testes”, afirmou o piloto de 35 anos.

Dani Pedrosa participou do teste da MotoGP em Portimão no ano passado (Foto: Divulgação/MotoGP)

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“Na minha primeira fase como piloto de testes da KTM, algo como wildcard não fazia sentido porque eu tinha que focar em ter um bom ritmo [com a moto]. Mas agora que estamos começando a refinar os detalhes, pode ser interessante participar de uma etapa. Mas não posso te dizer se vai acontecer”, completou.

Atualmente, a KTM conta com Brad Binder e Miguel Oliviera como pilotos titulares. Ambos, aliás, já testaram o protótipo da moto para 2022 nos testes realizados na Catalunha. O congelamento técnico da MotoGP chega ao fim no fim deste ano e, assim, todo e qualquer aspecto das motos podem ser atualizados para o próximo campeonato.

Pedrosa fez 13 temporadas na MotoGP, com 236 largadas, sempre pela equipe de fábrica da Honda. Logo, se ele voltar a correr oficialmente, será sua primeira corrida na classe rainha do Mundial sem as cores da montadora japonesa.

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