De olho no rótulo de melhor estreante, Rins admite pressão por substituir Viñales na Suzuki: “Vou tentar igualar o que ele fez”

Às vésperas da estreia na MotoGP, Álex Rins afirmou que trabalha com a meta de fechar o ano com o rótulo de melhor estreante. Espanhol reconheceu que substituir Maverick Viñales pressupõe uma pressão extra, mas falou em tentar repetir a performance do hoje piloto da Yamaha

 

Às vésperas da estreia na MotoGP, Álex Rins tem metas claras para a temporada 2017: fechar o ano como o melhor estreante.

 
Escalado pela Suzuki para formar par com Andrea Iannone, Rins sofreu um revés na primeira bateria de testes, ainda em Valência, com uma fratura de vértebra, mas já se recuperou e agora trabalhar para adaptar sua condição física às exigências da classe rainha do Mundial de Motovelocidade.
Álex Rins vai estrear na MotoGP pela Suzuki (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

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“O lado físico tem um papel muito mais importante na MotoGP do que na Moto2”, disse Rins em entrevista ao site oficial da MotoGP. “Nós já vimos isso em Valência. Eu terminei o primeiro dia um pouco cansado e nós mudamos a minha rotina de treinamento para ficar um pouco mais forte — e para ser capaz de lidar com uma moto da MotoGP um pouco mais facilmente”, contou.
 
Antes mesmo do início dos testes coletivos, Álex já traçou uma meta para 2017, mas fechar o ano como o melhor dos novatos não será uma missão das mais fáceis, já que a MotoGP está cheia de debutantes neste ano. Além do #42, Johann Zarco, Jonas Folger e Sam Lowes também chegam para aumentar o grid.
 
“Pelo que vi em Valência, a meta é terminar esta temporada como o melhor estreante — e bater os pilotos com quem estava correndo na Moto2. No momento, está é a meta que tracei para mim”, explicou. “Talvez, quando fizer mais voltas e estiver mais adaptado, isso mude — top-10, top-15… não faço ideia”, comentou.
 
Além de rivais fortes na briga de novatos, Rins terá de lidar com uma pressão extra: a de substituir Maverick Viñales. O #25 mudou para a Yamaha, mas antes foi impecável a bordo da GSX-RR.
 
“Obviamente, a pressão vai ser grande, porque estou substituindo Maverick na Suzuki”, admitiu. “E eu sempre corri com ele e disputei com ele nas categorias menores. Na Moto2, ele saiu da Pons e eu cheguei, então sempre teve um pouco de comparação”, lembrou. 
 
“Mas tomara que isso continue na MotoGP por eu ter duas temporadas incríveis”, torceu. “Vou tentar igualar o que ele fez — ou até superar”, concluiu.
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