Dirigentes da MotoGP descartam Mundial de Superbike como celeiro de jovens talentos e limitam busca a Moto3 e Moto2

Chefes de Yamaha, Ducati e KTM descartaram buscar pilotos no Mundial de Superbike para os times da MotoGP. Dirigentes consideraram que é mais fácil acompanhar a evolução dos competidores em Moto3 e Moto2 e lembraram os muitos programas de desenvolvimento que são realizados dentro o certame

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Com Jonathan Rea em grande fase, não é incomum ouvir questionamentos sobre a ausência do norte-irlandês na MotoGP. Os dirigentes da classe rainha do Mundial de Motovelocidade, entretanto, admitem que não olham para o Mundial de Superbike como uma fonte de jovens talentos.
 
Com Moto3 e Moto2 formando pilotos de alto nível, os dirigentes de algumas das equipes da MotoGP consideram que as categorias de entrada são o melhor ponto de partida na busca por pilotos para a MotoGP.
Dirigentes admitiram que não buscam pilotos da MotoGP no Mundial de Superbike (Foto: Yamaha)

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Diretor da Yamaha, Lin Jarvis reconheceu que as categoria de acesso são o principal foco na busca por pilotos e lembrou as várias categorias apoiadas pela Dorna, a promotora do Mundial de Motovelocidade.
 
“Eu diria que o lugar primário onde procuramos jovens talentos é aqui no paddock”, disse Jarvis. “Se você olhar para a Moto2 e para a Moto3, têm muitos jovens talentos. Têm muitos programas de desenvolvimento também financiados e promovidos pela Dorna e também a Academia de Pilotos VR46, com a qual estamos alinhados, então eu diria que não há dúvidas de que o foco principal ainda é neste paddock”, seguiu.
 
“Ocasionalmente, você encontra um piloto que pode fazer a transição de uma classe para a outra. Acho que o Mundial de Superbike tem validade nos seus objetivos e metas, mas seria uma exceção se pegássemos um jovem talento de lá”, ponderou. “A maioria dos jovens talentos provavelmente faria a mudança antes para a MotoGP”, completou.
 
Diretor-esportivo da Ducati, Paolo Ciabatti seguiu a linha de Jarvis, mesmo que a marca de Bolonha tenha em Chaz Davies, por exemplo, um piloto de ponta no Mundial de Superbike.
 
“Existem pilotos que vieram do Mundial de Superbike e foram bem sucedidos na MotoGP, como Cal Crutchlow e Danilo Petrucci, que vieram daquele campeonato, mas, como Lin disse, acho que são mais exceções do que a regra”, comentou Ciabatti. “Com todos os programas organizados em torno deste campeonato, é mais fácil buscar jovens talentos vindos destas classes, que já é uma parte desta série. E é mais fácil acompanhar de perto o desenvolvimento desses pilotos, então devo dizer que eventualmente vem mais de Moto2 e Moto3 do que da Superbike”, resumiu.
 
Chefe da KTM, Pit Beirer ressaltou que a fábrica austríaca tem sua própria política, especialmente por apoiar iniciativas de desenvolvimento de pilotos dentro do Mundial de Motovelocidade.
 
“Nós não temos nenhum envolvimento lá, mas em relação aos jovens pilotos, nós temos nossa própria estratégia”, falou Beirer. “Como agora estamos envolvidos em Moto2 e MotoGP, a história toda faz sentido para nós. Estamos apoiando à Rookies Cup há mais dez anos e isso desenvolve pilotos para todo o paddock. As vezes nós ficamos com ciúmes por desenvolvermos tantos talentos e não termos a chance de usá-los”, brincou. 
 
“Agora, tendo um grande projeto na Moto3, com 15 motos na próxima temporada, aí o projeto da Moto2, onde podemos manter contato com os nossos pilotos e, tomara, usar um dos nossos novatos em uma moto da MotoGP. Esta é a meta: ter os pilotos do nosso próprio programa de desenvolvimento”, concluiu.
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