Estreante na MotoGP, Rins fala em ano de muito azar por seguidas lesões: “Depois disso é difícil traçar uma meta”
Estreante na MotoGP, Álex Rins avaliou que teve um ano de muito azar com lesões seguidas. Ainda assim, espanhol mostrou confiança para 2018, já que vê a evolução da Suzuki na direção certa
google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
Álex Rins não teve uma temporada de estreia das mais fáceis na MotoGP. O espanhol teve uma fratura de vértebra ainda na pré-temporada. Depois, quebrou o tornozelo em um treino de motocross e, em Austin, fraturou o punho em um acidente no terceiro treino livre.
Em um cenário como este, o processo de adaptação à categoria rainha acabou sendo mais lento, mas o espanhol hoje ocupa a 17ª colocação na tabela, apenas 14 pontos atrás de Andrea Iannone, seu companheiro de Suzuki.
As vésperas da última etapa da temporada, Rins recebeu o GRANDE PRÊMIO no hospitality da equipe em Valência e destacou que teve um ano de estreia de muito azar.

Álex Rins admitiu ano difícil por conta de seguidas lesões (Foto: Suzuki)
Relacionadas
google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;
“[Foi] um ano de muito azar para mim desde o principio”, disse Rins. “Quando testei a moto no ano passado pela primeira vez aqui, quebrei a coluna, aí mais ou menos em abril, em Austin, eu quebrei a mão e perdi muitas, muitas corridas”, recordou.
“O importante é que já estou mais forte do que antes, e, mais ou menos a partir de Brno, eu comecei a fazer um bom trabalho”, avaliou.
A série de lesões acabou abalando impedindo Rins de traçar metas maiores, deixando o foco apenas na adaptação à nova categoria.
“As metas para este ano eram um pouco difíceis, porque nós tivemos um pouco de dificuldade com as lesões. Depois disso, é difícil traçar uma meta”, comentou. “O objetivo era tentar ganhar confiança com a moto e ganhar experiência para o próximo ano”, seguiu.
Questionado pelo GP qual o alvo de 2018, Álex afirmou que a meta é brigar mais para frente no pelotão.
“Eu espero ser mais rápido, espero terminar em posições top”, respondeu. “Vai ser difícil, mas vou tentar fazer meu máximo para estar lá”, concluiu.
O GRANDE PRÊMIO cobre a decisão in loco em Valência com a repórter Juliana Tesser. Acompanhe aqui todo o noticiário.
GERAÇÃO PRIVILEGIADA
F1 TEM ÓTIMA CLASSE EM 2017. E É BOM DEMAIS VÊ-LA EM AÇÃO
.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height:
0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute;
top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }
🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias da MotoGP direto no seu celular!
Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.
📩 NEWSLETTER GP
Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!