Ezpeleta fala em condições difíceis na Argentina, defende atraso na largada e promete canal de comunicação com pilotos

Diretor-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta avaliou que o Mundial de Motovelocidade enfrentou uma “situação difícil” no fim de semana na Argentina por causa do clima, mas defendeu a decisão dos comissários de adiar a largada em Termas de Río Hondo. Ainda, o dirigente prometeu uma conversa com os pilotos no próximo encontro da Comissão de Segurança

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Diretor-executivo da Dorna, a promotora da MotoGP, Carmelo Ezpeleta não demorou a se manifestar oficialmente sobre o polêmico GP da Argentina. O chefão da categoria falou em um fim de semana com condições climáticas difíceis, defendeu a decisão de adiar a largada e prometeu uma conversa com os pilotos no próximo encontro da Comissão de Segurança.
 
Em Termas de Río Hondo, a direção de prova decidiu adiar a largada após 23 dos 24 pilotos do grid entrarem no pit-lane às vésperas do apagar das luzes para trocar o acerto das motos para configuração de pista seca. Como Jack Miller permaneceu no grid com seus pneus slicks, a organização do certame teve de buscar um caminho alternativo para que ele não perdesse a vantagem que teria por ter feito a escolha correta desde o primeiro minuto e, assim, alinhou os demais algumas filas para trás no grid. 
A MotoGP teve uma largada bem atípica em Termas de Rio Hondo (Foto: Divulgação/MotoGP)

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“A corrida da MotoGP e as outras corridas aconteceram em uma situação bem difícil por conta do clima ― a Moto2 aconteceu no seco, enquanto a Moto3 foi no molhado”, lembrou Ezpeleta. “No momento, nós estudamos a situação do grid, só Miller estava usando os pneus slicks. O resto dos pilotos tinha o direito de ir para o pit-lane e largar de lada, depois de trocar o setup da moto para condições de pista seca”, continuou.
 
“É a mesma coisa que aconteceu há alguns anos em Sachsenring, quando todo mundo largou do pit-lane”, comparou, explicando que o plano alternativo começou a ser preparado desde então. “Nós tomamos a decisão, apoiada pela maioria dos times, de largar da forma como fizemos. Esta decisão foi tomada por razões de segurança, e foi a decisão certa”, avaliou.
 
Na visão de Ezpeleta, a MotoGP enfrentou uma “situação muito difícil” por conta do clima em Termas de Río Hondo.
 
“A situação foi muito difícil por conta das condições climáticas. Tinha uma linha seca no asfalto. Aí o que aconteceu foi o que todo mundo viu na TV”, comentou.
 
Além de defender a decisão dos comissários, Ezpeleta lembrou que a Dorna não mais participa da nomeação desses delegados, que são apontados pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo) e pela IRTA (Associação Internacional das Equipes de Corrida).
 
Depois da polêmica com Marc Márquez, que largou de forma irregular, foi sancionado por incidente com Aleix Espargaró e, mais tarde, por mais uma intercorrência, desta vez com Valentino Rossi, muitos espectadores acusaram a Dorna de proteger o #93 por se tratar de um piloto espanhol.
 
“Há dois anos, a Dorna não está envolvida na nomeação de comissários, são pessoas nomeadas pela FIM e pela IRTA”, lembrou. “Eles tomaram a decisão, que eu, obviamente, não vou julgar”, afirmou.
 
Por fim, Ezpeleta prometeu abrir uma linha de diálogo com os pilotos no próximo encontro da Comissão de Segurança, em Austin.
 
“Na próxima reunião da Comissão de Segurança com os pilotos, em Austin, vamos discutir essa situação e, com certeza, vamos tirar alguma experiência disso”, concluiu.
 
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