Granado fala em dia de adaptação na Argentina, reconhece pontos para melhorar e diz que “não é a posição que queria”

Eric Granado ainda está no processo de adaptação na Moto2. Nesta sexta-feira de treinos na Argentina, o brasileiro comentou que o objetivo dele e de sua equipe não era a posição da tabela, mas sim se acostumar com o circuito de Termas de Río Hondo

Termas de Río Hondo é o palco da segunda etapa do Mundial de Motovelocidade. Após os primeiros treinos em solo argentino, que aconteceram nesta sexta-feira (6), Eric Granado segue na missão de se adaptar na Moto2.
 
Nas atividades de hoje, o brasileiro terminou em 30º na parte da manhã e em 28º na parte da tarde. No entanto, em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO, comentou que o foco nunca foi a posição da tabela, mas sim se acostumar com o circuito. “Primeiro dia de trabalho na Argentina foi para a minha readaptação nessa pista, faz quatro anos que não vinha aqui. É uma pista bem diferente, a pilotagem é bem diferente em comparação a Moto3”, contou.
 
“Ainda tenho muitos pontos a melhorar, neste caso a gente tem que pensar que foi mais positivo que no Catar, eu já pude treinar bem mais, dar mais voltas do que dei no Catar, onde tivemos problemas técnicos. Está claro que não é a posição que eu queria”, seguiu.
Eric Granado (Foto: Forward)
“Na verdade hoje a minha preocupação nem foi essa, mas sim a me adaptar à pista e conseguir encontrar o melhor acerto. Ainda tenho muito que melhorar, e com certeza amanhã, se estiver seco, vai ter um grande reflexo do trabalho que fizemos hoje, e se for chuva acho que também temos um grande potencial”, continuou.
 
Avaliando seu desempenho e tudo o que sua moto já mostrou desde a pré-temporada, o piloto listou alguns pontos que precisam de mais atenção. “Eu preciso melhorar, a minha pilotagem em relação aos outros pilotos ainda tem alguns pontos que eu preciso acertar, ponto de freada, de aceleração, preciso encontrar essas referências”, contou.
 
“É uma pista bem larga, é muito fácil você errar. Em relação a moto, a gente ainda precisa de um pouco mais de giro no meio da curva, estamos com dificuldade, principalmente com o acelerador na mão, ela não gira tanto quanto a Kalex ou a KTM”, encerrou.
 

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