KTM reúne equipes esportivas na sede na Áustria e exibe motos para temporada 2017 de MotoGP, Moto2 e Moto3

Em um evento que reuniu toda sua estrutura no Mundial de Motovelocidade, a KTM apresentou suas armas para a temporada 2017. Na MotoGP, Pol Espargaró e Bradley Smith estarão a bordo da RC16, Miguel Oliveira e Brad Binder representando a marca na Moto2, e Bo Bendsneyder e Niccolò Antonelli guiando a RC250GP

 

A KTM reuniu suas equipes esportivas nesta segunda-feira (20) em Munderfing, na Áustria, para apresentar a suas máquinas para a temporada 2017. Neste ano, a fábrica laranja estreia na MotoGP e na Moto2, mantendo o esforço já vitorioso na Moto3.

 
Na classe rainha, a KTM será representada por Pol Espargaró e Bradley Smith, que vão guiar a RC16. Na Moto2, Miguel Oliveira e Brad Binder pilotam as novas máquinas austríacas, com Bo Bendsneyder e Niccolò Antonelli defendendo as cores da marca na classe menor.
Eis a nova moto da KTM para a estreia no Mundial de MotoGP em 2017 (Foto: KTM/Twitter)

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Amparada pela Red Bull, a KTM optou pelo mesmo layout em todas as máquinas, com a marca da fábrica dos energéticos ganhando bastante destaque na frente e nas laterais da moto. Assim como acontece na F1 com os carros de Daniel Ricciardo e Max Verstappen, a pintura das motos é fosca.
 
O evento desta segunda-feira contou com a participação especial de Sam Sunderland, vencedor da edição 2017 do Rali Dakar, e de Matthias Walkner, que garantiu o vice. A KTM conquistou neste ano sua 16ª vitória consecutiva na maior e mais dura prova off-road do planeta.
 
Diretor da KTM, Stefan Pierer destacou que o marketing está por trás da entrada da marca na MotoGP e exaltou o trabalho de Pit Beirer, chefe da divisão esportiva da marca, na montagem do time.
 
Beirer, por sua vez, sublinhou o histórico da KTM em rali, enduro e motocross e afirmou que ter uma equipe em cada uma das classes do Mundial de Motovelocidade é “um sonho que se torna realidade”. 
“Nós temos muita experiência nas corridas, mas, claro, entrar no nível da MotoGP é uma outra dimensão também para toda a companhia”, disse Beirer. “Pressão é o que nós amamos nas corridas, então não é nada especial para lideramos. Claro, foram semanas e meses nessa aventura e um grande empenho de toda a companhia, então, antes de mais nada, tenho de agradecer toda cúpula de diretores, ao senhor Pierer, por nos darem a confiança de que podemos preparar o caminho até a MotoGP”, seguiu.
 
“Nada disso seria possível sem todas as outras disciplinas em que corremos antes, onde aprendemos muito sobre corrida. Agora é uma nova dimensão e nós estamos muito ansiosos por este passo para dentro da MotoGP”, completou.
RC250GP, Moto2 e RC16 são as máquinas da KTM para 2017 (Foto: KTM)

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Questionado sobre o beneficio de ter equipes em cada uma das classes do Mundial de Motovelocidade, Beirer respondeu: “Para nós, isto é um sonho que se torna realidade, porque em todas as nossas disciplinas — no rali, no motocross, no enduro —, nós temos apoiado jovens pilotos e seguido junto com eles, normalmente ou na maioria das vezes, por toda a carreira. Em dias bons, em dias ruins, em campeonatos”.

 
“Nas pistas, sempre foi um pouco triste. Na Red Bull Rookies Cup, temos ajudado muitos jovens pilotos, aí vamos para a Moto3 e a partir daí perdemos o piloto. Então criamos primeiro o projeto da MotoGP, onde sabemos que precisaremos de pilotos top, e perdê-los no caminho da Moto2 era, de certa forma, horrível. Imagine se Brad Binder tivesse de nos deixar?”, indagou. “Nós fechamos essa brecha estando também na Moto2, então as nossas crianças podem ficar conosco, se tiveram sorte, por toda a carreira delas. É a razão principal de estarmos em todas as classes”, frisou.
 
Chefe do projeto da MotoGP, Mike Leitner fez uma avaliação positiva deste inicio de caminhada. “Nós tivemos alguns problemas em Valência no ano passado. Nós trabalhamos duro e seguimos a direção certa”.
Super vitoriosa no mundo off-road, a KTM chegou no Mundial de Motovelocidade em 2003, na hoje extinta 125cc. A fábrica austríaca venceu corridas nas 125cc e nas 250cc, mas o primeiro Mundial de Pilotos veio apenas em 2012, na já era quatro tempos da Moto3. 
 
Apesar de a Honda ter apertado o cerco, a KTM vem dominando a classe menor do certame e tem hoje quatro dos cinco títulos da história da Moto3.
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