Lorenzo vê atuação em Assen como exceção, mas admite que não é “especialista” em condições mistas

Jorge Lorenzo admitiu que não especialista em rodar em condições mistas. O espanhol sofreu com pneus slicks na pista molhada de Assen e arriscou uma troca de motos, mas acabou recebendo a bandeirada apenas em 15º

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Jorge Lorenzo revisitou alguns fantasmas em Assen. A chegada da chuva em meados da corrida de domingo (25) fez o ritmo do #99 cair consideravelmente, o que levou o piloto da Ducati a arriscar uma troca de motos. O clima, no entanto, não piorou, e o espanhol acabou recebendo a bandeirada na 15º colocação, uma volta atrás de Valentino Rossi, o vencedor do GP da Holanda.
 
O #99 largou em 21º na Catedral, mas, após 18 voltas, aparecia em 12º. Quando uma chuva fina começou em Assen, o ritmo de Lorenzo caiu bastante — variando entre 1min35s348 e 1min45s616. Companheiro de Ducati, Andrea Dovizioso, por outro lado, teve sua pior volta registrada em 1min40s197.
 
Sem muito a perder, Lorenzo foi aos boxes para pegar a segunda moto preparada para chuva, mas sem a piora nas condições, os compostos de chuva tampouco ajudaram em sua performance.
Jorge Lorenzo reconheceu que não é especialista em condições mistas (Foto: Ducati)

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“Em geral, eu estava perdendo meio segundo em relação aos mais rápidos, mas eu estava realmente consistente”, disse Lorenzo, se referindo ao ritmo em pista seca. “Eu estava alcançando [Andrea] Iannone e chegando mais perto do outro grupo, com [Jack] Miller e [Dani] Pedrosa”, seguiu.
 
“Mas quando começou a chover, comecei a perder muito meu ritmo. Muito mais do que os que vinham à frente ou atrás. Eles me ultrapassaram, eu estava em 14º e pensei: ‘Ok, não tenho nada a perder, talvez um ou dois pontos’. Então fiz essa aposta [flag-to-flag]. Mas não choveu mais. Parou de chover e o pneu de chuva era macio demais para essas condições”, explicou. “Foi uma aposta, sabendo que tinha começado a chover no warm-up e aí chovido mais forte. Eu estava em 14º, então não tinha nada a perder. Talvez um pouco. Mas, se tivesse funcionado, podia ter conseguido mais sete ou oito pontos”, ressaltou.
 
Lorenzo avaliou que podia ter perdido ainda mais se tivesse permanecido na pista com os slicks.
 
“Além disso, eu estava perdendo 5s por volta com os slicks. Então outros três ou quatro pilotos podiam ter me ultrapassado de qualquer maneira se eu continuasse pilotando”, ressaltou.
 
Além disso, Lorenzo reconheceu que Assen tem sido seu ponto fraco nos últimos anos e admitiu que rodar em condições mistas é uma de suas especialidades.
 
“Esta pista, com exceção de 2015, quando terminei em terceiro, e com condições mistas, provavelmente foram os piores fins de semana que tive com a Yamaha nos últimos três ou quatro anos. E, também, começar em 21º hoje também não ajudou”, avaliou. “Mas, no seco, conhecendo todas as circunstâncias, não fui tão mal. Em um fim de semana ruim, não perdemos mais de meio segundo de ritmo. Então espero que, em um bom fim de semana, em uma boa pista para mim, que pode ser Sachsenring, posso reduzir este meio segundo e melhorar em relação aos 9s atrás do vencedor em Montmeló”, ponderou.
 
“Mas, obviamente, com os slicks na pista molhada, eu não me sinto bem. Não sei onde está o limite e sou muito lento. Não sou especialista nestas condições. Eu perco demais”, encerrou.

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