MotoGP

Márquez evita apontar Honda como moto mais rápida do grid, mas crê ter “melhor equipe para mim”

Marc Márquez saiu pela tangente ao ser questionado se a Honda tem a melhor moto do grid. Na coletiva de imprensa desta quinta-feira (28), o piloto afirmou que não tem como saber, mas que confia totalmente no equipamento que lhe é oferecido

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Marc Márquez saiu pela tangente ao ser questionado se tem a melhor moto do grid da MotoGP. Nesta quinta-feira (28), na coletiva de imprensa para o GP da Argentina, o espanhol evitou apontar favoritos do pelotão.
 
O piloto não teve um dos invernos mais fáceis, já que precisou lidar com a operação que fez em seu ombro esquerdo. Entretanto, mesmo com uma pré-temporada diferente, como mesmo afirmou, já abriu a temporada com um pódio, terminando a prova no Catar em segundo.
 
O penta então preferiu desconversar sobre o assunto de melhor moto do grid, mas mostrou total confiança no trabalho de sua equipe. “Você nunca sabe se tem a melhor moto ou não. Mas sei que tenho a melhor equipe para mim e a melhor situação. Acredito no que tenho”, afirmou.
 
“No Catar trabalhamos de uma boa maneira, terminamos no pódio, isso foi um resultado importante para mim, ainda mais para Cal. Vamos ver aqui. Nós trabalhamos de uma forma diferente no inverno, mas, no final, nós chegamos no mesmo nível, esse é o mais importante”, continuou.
Márquez feliz da vida no pódio (Foto: Red Bull Content Pool)
“Como disse antes, vamos ver durante as corridas onde está nosso nível, o nível de nossos adversários. Mas acredito que se formos bons em nosso box, podemos ser fortes”, completou.
 
Quem também comentou sobre o assunto foi Cal Crutchlow. Após perder as três últimas etapas de 2018 por conta de uma lesão em seu pé, o piloto também saiu do Catar com um pódio, fechando a disputa no terceiro posto.
 
Primeiro, o piloto apontou que não conseguiu realizar muito nos testes pré-temporada, mas apontou a competitividade da moto da Honda. “Não consegui testar muito e não consegui andar no fim do ano passado, que provavelmente foi mais importante do que os testes desse ano, ironicamente”, falou.
 
“A lesão não me impediu de pilotar a moto, foram outros motivos que me levaram a não consegui fazer muito. Mas a moto é competitiva e forte, sabemos que trabalharam muito bem com o motor, estamos competitivos nessa área”, seguiu.
 
“Mas, como sabem, temos fraquezas em outras áreas e tentamos arrumar isso na garagem, mas acredito que fizemos uma boa melhora na corrida no Catar. Mas sempre pode mudar nos diferentes circuitos. Então, o que acredito que temos que fazer é pegar os pontos positivos que tivemos no Catar que, normalmente, é uma corrida difícil”, concluiu.