Acosta admite chance de seguir na Moto2 em 2024 e lamenta: “Não gosto da ideia”
Pedro Acosta admitiu que há a possibilidade de seguir na Moto2 em 2024 e reiterou que não é fã da ideia...
Por mais que Pedro Acosta já tenha avisado a KTM que não quer seguir na Moto2 em 2024, o piloto de 19 anos acredita que isso pode acontecer de qualquer maneira. Durante o fim de semana do GP do Japão, ele afirmou que não tem novidades e acredita que será mantido na classe intermediária.
“Vamos ver para onde irei. Agora, está no ar. Não temos novidades. Talvez, fique mais um ano na Moto2. Nós não sabemos”, disse ele.
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“Sempre houve duas direções, mas não quero aceitar. Não gosto muito da ideia de ficar mais um ano na Moto2 porque quero saltar para a MotoGP, penso que é o passo correto. Mas não podemos ter medo de nada. Nós temos de ser realistas. Se não podemos, então não podemos. Tenho de esperar”, acrescentou.

A KTM reiterou que continua trabalhando para encaixar todas as peças para o ano que vem e acredita que em novembro já tera a decisão final.
“Ainda vivemos corrida após corrida”, comentou Francesco Guidotti, chefe do time. “Nosso principal objetivo é o campeonato do próximo ano, claro, e estamos trabalhando muito para isso. É algo que temos de decidir, mais cedo ou mais tarde, e tenho certeza que em novembro estaremos prontos”, encerrou.
Desde que mostrou a intenção de subir para a MotoGP em 2024, Acosta virou uma peça fundamental na montagem do grid da classe rainha do Mundial de Motovelocidade. Parte do grupo KTM, o piloto sabe que a montadora austríaca possui apenas quatro vagas no grid, sendo que três já estão fechadas – Brad Binder e Jack Miller na equipe de fábrica, Pol Espargaró na GasGas. Até mesmo a junção com outro time ou uma quinta moto foram levantadas como ideias, mas recusadas pela categoria.
Também na disputa, Augusto Fernández se mostra mais impaciente com a situação e espera uma breve resolução para o caso. O espanhol de Madri garantiu durante a coletiva de imprensa do GP da Grã-Bretanha que vai continuar com a equipe na MotoGP 2024, mas ainda espera o comunicado oficial do time de Mattighofen.
“Sem dúvida, [a situação] não ajuda, mas tenho meu contrato assinado. Tenho as mesmas informações que todo mundo. Na teoria, tenho minha vaga para o ano que vem e quero acreditar nisso. Vou me concentrar no trabalho na temporada 2023 e finalizar da melhor maneira possível, conseguindo bons resultados até o fim. Espero que possamos continuar neste lugar em 2024”, afirmou.
A sprint da MotoGP para o GP do Japão, em Motegi, está marcada para 3h (de Brasília) de sábado. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das classes menores Moto2 e Moto3.
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