Pilotos mostram preocupação com aumento de calendário da MotoGP. Rossi rejeita pista “muito chata” da Tailândia

Com uma longa lista de candidatos a receber a MotoGP, o calendário do Mundial de Motovelocidade deve passar das tradicionais 18 provas já no ano que vem, com a entrada da Tailândia. Em Barcelona, os pilotos mostraram preocupação o aumento no número de provas, e Valentino Rossi classificou o traçado tailandês como “chato”

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Com uma longa lista de candidatos a receber o Mundial de Motovelocidade, o calendário do campeonato deve ultrapassar as 18 etapas atuais já em 2018, com a entrada da Tailândia. A ideia, no entanto, não parece animar muito os pilotos.

 
Mercado importante para a indústria de motos, a Tailândia já recebe o Mundial de Superbike no Circuito Internacional de Chang, em Buriram, mas tem trabalhado para atender as exigências de segurança da FIM (Federação Internacional de Motociclismo) e receber a categoria máxima do motociclismo. De acordo com a imprensa tailandesa, o anúncio da nova corrida é iminente.
Valentino Rossi classificou como "chata" a pista da Tailândia (Foto: Michelin)
Além disso, a Finlândia também já garantiu um espaço na programação do Mundial, mas ainda depende da finalização da construção de KymiRing. A expectativa é de que a pista não fique pronta para o próximo ano. A Indonésia é outro país que trabalha para receber o Mundial.
 

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Nesta quinta-feira (8), durante a tradicional coletiva de imprensa do Mundial, Maverick Viñales, Valentino Rossi e Marc Márquez foram questionados sobre esse eventual aumento no número de corridas e mostraram preocupação com essa nova realidade.
 
O #25 admitiu que gosta de conhecer lugares novos, mas manifestou sua preocupação com a condição física dos pilotos, já que entende que é difícil se manter em alto nível o ano todo.
 
“É sempre difícil. Com mais corridas, é ainda mais difícil, porque você tem de se manter em 100% o ano inteiro. O que é muito difícil”, disse Viñales. “Nós temos uma ótima condição física por seis, sete meses no máximo, e aí você diminui. Toda pessoa perde. Você não pode ficar em um nível top o ano todo. Então vai tornar as coisas ainda mais difíceis”, ponderou. 
 
“Mas também é bom para o show, mais interessante, muito mais pontos em jogo, então vamos ver. Eu não sei”, comentou. “Eu gosto de ir a novos lugares, novas pistas onde possamos curtir. Você falou na Tailândia, lá os fãs são muito loucos, então seria legal ir correr lá. E também nos outros lugares. Eu sempre gosto de ir para novos lugares. Mas, de qualquer forma, serão muitas corridas, muitos pontos. Vai ser difícil fazer o ano todo em um nível realmente bom”, completou.
 
Rossi foi ainda mais firme e avaliou que as atuais 18 etapas são ideais. O #46 também rejeitou o traçado de Buriram, que classificou com o “chato”.
 
“18 já é um bom número. Já é um bom número. Se subir para 19, não muda muito, mas, se for possível ficar em 18, eu ficaria mais feliz”, declarou. “O problema especialmente, eu acho… Eu estive na Tailândia pela Yamaha há dois anos e a pista não é interessante. É muito chata. Não tem muitas curvas, apenas longas retas. Acho que não é o melhor lugar para ir. A localização da pista também é bem ruim, longe de tudo. Então, sinceramente, não fico muito feliz em ir para a Tailândia. Mas, se tivermos de ir, eu vou”, comentou.
Marc Márquez colocou 20 provas como limite para MotoGP (Foto: Michelin)
Márquez concordou com Rossi ao dizer que o Mundial já tem um número ideal de etapas, mas também se mostrou disposto a conhecer novos lugares.
 
“Como Valentino disse, 18 corridas já são muitas. Acho que no máximo, eu não sei quais são os planos para o futuro, mas no futuro acho que um máximo de 20 corridas já seria o limite para os pilotos”, ponderou. “Mas, ok, a Tailândia é uma pista nova, eu gosto de pistas novas. Eu sempre me sinto bem quando vamos para novas pistas, então eu gosto”, concluiu.
 
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