Pioneira com asas, Ducati descarta replicar solução da Yamaha de imediato: “Estamos usando revestimento convencional”

Diretor-esportivo da Ducati, Paolo Ciabatti descartou reproduzir de imediato a solução encontrada pela Yamaha para driblar o veto às asas aerodinâmicas. Dirigente afirmou que a fábrica de Bolonha está trabalhando com a cobertura convencional

 

Pioneira no uso das asas aerodinâmicas na MotoGP, a Ducati descartou seguir a solução adotada pela Yamaha para lidar com o veto ao recurso. Ao menos por agora.

 
Falando à publicação alemã ‘SpeedWeek’, Paolo Ciabatti, diretor-esportivo da Ducati, afirmou que, ao menos por hora, a marca de Borgo Panigale não vai seguir a mesma solução da Yamaha e segue trabalhando com a carenagem convencional.
Paolo Ciabatti (Foto: Ducati)

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Durante a bateria de testes de Sepang, a Yamaha apresentou sua solução para o fim das asas, optando por ‘asas escondidas’ em uma carenagem de ‘folha dupla’. Suzuki e Aprilia exibiram suas propostas em Phillip Island e seguiram um caminho similar ao da casa de Iwata.
 
A Ducati, por sua vez, segue fazendo mistério. O time de Bolonha ainda não apresentou exatamente sua GP17 e promete mostrar suas armas apenas no Catar.
 
“Não teremos uma carenagem assim. É a mesma de 2016”, disse Ciabatti. “Não no momento, mas esta é uma das soluções. As novas normas estabelecem claramente que nada deve se destacar das carenagens, o que cria mais pressão. Qualquer coisa que não ultrapasse a extremidade do painel e têm o mesmo efeito, é permitido. O da Yamaha é uma solução, mas nós estamos usando o revestimento convencional”, seguiu.
 
Ainda, Ciabatti lembrou uma mudança de regulamento que limita o número de atualizações de carenagem ao longo do ano e ressaltou que é importante ter certeza da solução encontrada.
 
“Podemos homologar só duas carenagens por piloto por ano”, lembrou. “O que estamos utilizando atualmente será homologado e, antes de homologar o segundo, você tem de estar seguro de que é uma vantagem. Do contrário, você queima a única outra opção. Primeiro você tem de se certificar que essa solução é mais eficaz do que o revestimento convencional. Cada solução tem vantagens e desvantagens”, frisou.
 
Por fim, Ciabatti lembrou o pioneirismo da Ducati com as asas e avaliou que muitas outras equipes devem estar trabalhando para reproduzir a solução encontrada pela Yamaha.
 
“Em 2015, fomos os primeiros com asas. Então, os outros fabricantes pularam no trem, porque era possível e porque as asas ofereciam mais vantagem dos que inconvenientes”, recordou. “É assim que sempre acontece: um tem a ideia e os outros atacam. Estou certo de que cada fabricante está trabalhando em uma solução como a da Yamaha”, concluiu.

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