Rossi cita dificuldade de performance da M1 em curva e diz que moto de 2017 “perdeu essência” da Yamaha

Valentino Rossi explicou que a versão 2017 da YZR-M1 perdeu aquilo que era a essência da Yamaha nas últimas temporadas. Italiano apontou problema de performance nas curvas como falha do protótipo nipônico

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Valentino Rossi avaliou que a YZR-M1 de 2017 perdeu a essência da Yamaha. Depois de um fim de semana difícil para a casa de Iwata em Montmeló, o italiano traçou um paralelo entre o protótipo atual e o do ano passado e explicou que a versão mais recente da moto dos três diapasões perdeu aquela que era sua maior força: performance nas curvas.
 
Vencedor dos GPs da Espanha e da Catalunha de 2016, Rossi viu a Yamaha sofrer exatamente nessas duas pistas e acredita que os problemas foram causados pelo comportamento da moto e não necessariamente pelos pneus, como defende Maverick Viñales.
Valentino Rossi apontou dificuldades de performance da Yamaha em curva (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

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O #46 explicou que a YZR-M1 do time de fábrica perdeu ritmo de curva e também entra nas curvas com mais dificuldade do que o modelo anterior, que hoje é utilizado por Johann Zarco e Jonas Folger. O francês, aliás, foi o melhor entre os pilotos da Yamaha em Montmeló e recebeu a bandeirada na quinta colocação, à frente do companheiro de Tech3. Rossi, por outro lado, foi apenas oitavo, com Viñales em décimo.
 
“O principal problema da moto é que ela sai muito de frente, e isso tem um impacto no pneu traseiro em condições de pouca aderência como neste fim de semana”, disse Rossi. “A moto do ano passado era muito mais fácil de guiar, girava muito mais, e, com esta, perdemos um pouco de ritmo de curva e velocidade na entrada das curvas, que eram a essência da Yamaha nos últimos anos e o tipo de moto que queríamos”, seguiu.
 
Apesar do novo revés, a Yamaha segue no comando do Mundial, mas Viñales viu sua vantagem em relação a Andrea Dovizioso despencar para apenas sete pontos. Valentino, por sua vez, tirou dois pontos do atraso em relação ao companheiro de equipe, mas caiu de terceiro para quinto na classificação do Mundial de Pilotos.
 
“Não podemos esquecer que Maverick segue liderando o campeonato, mas é triste, porque esperávamos ir melhor e porque perdemos duas posições no Mundial”, comentou. “E é muito estranho que os dois GPs que eu ganhei no ano passado tenham sido os piores neste”, considerou.
 
Nesta segunda-feira, a Yamaha segue em Montmeló junto das demais equipes do grid — com exceção de Ducati, Aspar e Avintia — para um dia de testes coletivos, e Rossi espera que as peças solicitadas após o exercício de Jerez ajudem a casa de Iwata a evoluir.
 
“Temos coisas importantes para testar, coisas que pedi depois do treino que fizemos em Jerez e que espero que nos ajudem um pouco”, afirmou. 
 
Questionado sobre a alegação da Michelin de que as dificuldades da Yamaha eram consequência da ausência da marca em uma bateria de testes privados em Montmeló, Rossi respondeu: “Nós não testamos aqui porque testamos em Le Mans e lá fomos muito bem”.
 
“A pena foi que lá eu não pude capitalizar desde teste. Mas quando alguém decide a que teste vai, não sabe que opção será melhor”, concluiu.

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