Rossi minimiza números e revela combustível: “Descobri que corro pelo que experimento depois de uma vitória”

Valentino Rossi afirmou que segue correndo pela sensação que tem nas horas depois de uma vitória. Trinfo em Assen chegou 20 anos e 313 dias após a primeira conquista no Mundial de Motovelocidade

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Valentino Rossi revelou sua motivação para seguir correndo. Aos 38 anos, o piloto da Yamaha conquistou no último domingo (25), em Assen, a 115ª vitória da carreira — 89 apenas na classe rainha — e contou que a sensação que tem após um triunfo é a motivação para sua permanência no esporte.
 
A vitória no GP da Holanda — a décima do italiano na pista de Assen — chegou exatamente 20 anos e 313 dias após o primeiro triunfo de Rossi no Mundial — no GP da República Tcheca de 125cc de 1996 —, o que ratifica o #46 como o piloto com a mais longa carreira vitoriosa no certame.
Valentino Rossi afirmou que corre pela sensação de uma vitória (Foto: Yamaha)

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“Quando você está aqui, o passado conta pouco, o que conta é o presente”, disse Rossi. “Eu descobri durante os anos que a razão pela qual corro é pelo que experimento depois de uma vitória durante cinco ou seis horas”, contou.
 
“E, uma hora e meia depois, tenho de estar aqui com os jornalistas para fazer entrevistas”, brincou.
 
Rossi minimizou o impressionante currículo no campeonato e colocou a Catedral como uma de suas pistas favoritas.
 
“É bonito e os números são importantes, mas o importante é o que você sente e o que o que fica”, ponderou. “Estou orgulho por ter podido ganhar dez vezes aqui como já ganhei antes em Barcelona, porque são dois dos meus circuitos favoritos junto com Mugello ou Phillip Island”, apontou.
 
Questionado sobre qual o segredo para se manter competitivo aos 38 anos, Rossi respondeu: “O importante não é só pensar corrida a corrida, mas sessão a sessão, volta a volta, curva a curva”.
 
“O importante é o presente. Você pode ir bem em uma sessão e depois estar atrás na seguinte”, comentou. “Olha o Viñales aqui”, exemplificou.
 
Indagado sobre qual a sensação da vitória, o #46 foi claro: “É o que de mais belo pode acontecer”.

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