Rossi vê MotoGP “como a Moto2” e reconhece: “Meu ritmo não é para ganhar”

Valentino Rossi minimizou o atraso na tabela de tempos no combinado dos testes do Catar, mas reconheceu que não tem o melhor dos ritmos

Valentino Rossi terminou os testes do Catar da MotoGP preocupado com seu ritmo de corrida. O italiano reconheceu a força de Álex Rins, Maverick Viñales e Fabio Quartararo, mas voltou a sentir preocupação com o desgaste dos pneus.
 
Nesta segunda-feira (24), o italiano da Yamaha sofreu uma queda já na parte final dos testes no Catar e não teve a chance de fazer um ataque à tabela de tempos. Assim, acabou em 12º, 0s474 atrás do companheiro de equipe
Valentino Rossi (Foto: Yamaha)
Paddockast #49
RAÍ CALDATO: O ARTISTA PREFERIDO DE LEWIS HAMILTON

Ouça:

Spotify | iTunes | Android | playerFM

“Com o segundo pneu macio que coloquei, eu caí, então poderia ter terminado mais para frente”, comentou.
 
Rossi, porém, minimizou a posição na tabela, já que as diferenças são muito pequenas entre todos os pilotos.
 
“Isso é como a Moto2: 15 pilotos em meio segundo”, comparou.
 
O ritmo de corrida, porém, deixou o italiano de Tavullia mais preocupado.
 
“O meu ritmo não é para ganhar”, assumiu. “Rins, Viñales e Quartararo são muito rápidos, e Márquez, no fim, também foi rápido”, ponderou. 
 
“Nos long-runs, tive problemas com o rendimento do pneu traseiro, especialmente a partir da décima volta, algo similar ao que acontecia no ano passado. Na Malásia, foi bom, mas aqui virou um grande problema”, relatou.
 
 

Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube

Saiba como ajudar