Rossi vê Yamaha atrás das rivais no quesito eletrônica, torce por competitividade de 2016 e diz: “Vai ser difícil bater as Ducati”
Valentino Rossi avaliou que a Yamaha está atrás de Honda e Ducati no quesito eletrônica e ponderou que será mais fácil resolver os problemas com o chassi da YZR-M1. #46 reconheceu que será difícil fazer frente às motos de Bolonha
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Valentino Rossi apontou chassi e eletrônica como os pontos chave para uma melhor performance da Yamaha na temporada 2018. Depois de abrir o ano passado com o rótulo de melhor moto do grid, a YZR-M1 perdeu performance ao longo do campeonato e viu Maverick Viñales terminar a disputa em terceiro, com o italiano apenas na quarta colocação.
Por conta da performance apagada, a Yamaha se viu em uma encruzilhada: seguir o caminho da moto de 2017 ou voltar ao protótipo do ano anterior. Nesta quarta-feira (24), após a apresentação do layout deste ano, Rossi reforçou que a casa de Iwata voltou ao passado para reencontrar sua competitividade, uma vez que ele, Viñales e Johann Zarco concordaram que era a melhor opção.

Valentino Rossi reconheceu quer será difícil superar a Ducati (Foto: Yamaha)
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“A moto parte da de 2016. Viñales e Zarco estão convencidos de que ela é melhor do que a de 2017”, contou. “Viñales e eu tivemos uma ideia parecia no teste de Valência para o desenvolvimento da moto. Isso vai ser importante, porque na última moto do teste, eu não me encontrava muito cômodo”, relatou.
Na visão do italiano, chassi e eletrônica terão o mesmo peso nesta busca de competitividade pela Yamaha.
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“Para mim, o chassi e a eletrônica serão muito importantes, 50-50%. A Yamaha esta trabalhando muito. Com o chassi, será um pouco mais fácil de resolver. Em relação a Honda e Ducati, estamos em um nível mais baixo em relação à eletrônica”, reconheceu.
O italiano, no entanto, reconheceu que o nível não será estabelecido apenas pela performance da YZR-M1, mas também pela atuação dos rivais.
“O nível na MotoGP é muito alto por conta dos pilotos e das motos. Este ano, vai ser difícil bater as Ducati”, apontou. “Esperamos ser competitivos como éramos antes de 2017, quando sofremos um pouco”, lembrou.
Indagado sobre a fratura na perna, Rossi contou que ainda sente dores, já que o período de recuperação da tíbia é um pouco mais longo.
“A perna está muito bem”, contou. “No entanto, ainda sinto um pouco de dor. Não posso correr e tive de reduzir o ritmo, porque dói. É preciso seis meses para recuperar a tíbia. Em cima da moto, porém, não percebo nada, estou bem”, garantiu.
Por fim, Rossi também falou sobre a ausência de Jonas Folger, que decidiu não correr em 2018 para se recuperar de uma doença.
“São noticias ruins para Folger, parece que ele tem um problema sério. A situação é muito ruim para ele e complicada para a Tech3, porque é difícil encontrar um piloto agora. É um momento crítico e não tem muitos pilotos entre os quais escolher”, considerou.
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