Sucessora da Bridgestone como fornecedora única da MotoGP, Michelin diz que é cedo para comparações entre pneus

Diretor de Competições da Michelin, Pascal Couasnon avaliou que é cedo para comprar os novos pneus da MotoGP para a temporada 2016 com aqueles fornecidos pela Bridgestone atualmente

A Michelin concluiu na última segunda-feira (28) os testes preparatórios para seu retorno à MotoGP com os pilotos oficiais. A partir de agora, os titulares apenas se encontrarão com os compostos franceses em Valência, quando realizam o primeiro teste coletivo de 2016.
 
Apesar de o trabalho já estar avançado, a Michelin evita comparações com os pneus fornecidos atualmente pela Bridgestone. Em entrevista ao GRANDE PRÊMIO, Pascal Couasnon, diretor de competições da marca francesa, avaliou que “é muito cedo” para dizer onde os novos compostos serão mais fortes que os atuais.
Pascal Couasnon avaliou que é cedo para comparar pneus Michelin com os compostos Bridgestone (Foto: Michelin)
 “É muito cedo”, disse Couasnon. “Nós preferimos realmente chegar na primeira corrida de 2016 e aí teremos uma ideia melhor”, ponderou. 
 
“É muito cedo para comparar e nem mesmo sei se faz sentido comparar hoje”, completou Pascal.
 
Questionado pelo GP se é mais difícil lidar com uma guerra de pneus ou produzir um calçado que funcione bem para todas as equipes, Pascal avaliou: “Não sei se podemos dizer o que é mais difícil”. 
 
“Eu diria que é divertido ter uma competição direta”, comentou. “Se você fornece para todo mundo, precisa ter certeza de que tem uma solução justa para os diferentes estilos, e é nisso em que trabalhamos”, continuou. 
 
“Não acho que podemos dizer qual é o mais difícil. É um exercício diferente, mas, nos dois casos, o que queremos fazer é desenvolver tecnologia. As duas dão boas ideias e funcionam bem”, concluiu.

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