Vice-presidente executivo da HRC isenta Michelin de culpa por quedas em Valência e avalia: “Os pilotos precisam de tempo”

Vice-presidente executivo da HRC, Shuhei Nakamoto avaliou que as mais de 20 quedas registradas nos dois dias de testes coletivos realizados em Valência não são culpa da Michelin. Dirigente avaliou que os pilotos precisam de tempo para entender novos pneus

Vice-presidente executivo da HRC, Shuhei Nakamoto minimizou a responsabilidade da Michelin nas muitas quedas registradas na bateria de testes coletivos de Valência. A fábrica francesa substitui a Bridgestone como fornecedora única dos pneus da MotoGP a partir da temporada 2016.
 
No teste realizado no circuito Ricardo Tormo pouco após o GP da Comunidade Valenciana, os tempos registrados foram muito bons, inclusive melhores que os da corrida, mas ocorreram mais de 20 quedas ao longo de dois dias. 
Shuhei Nakamoto avaliou que os pilotos precisam de tempo para entender os pneus Michelin (Foto: Honda)
Na visão de Nakamoto, os compostos da Michelin têm um potencial parecido aos Bridgestone, mas os pilotos ainda precisam ajustar a maneira de guiar.
 
“Os pneus são diferentes, mas os tempos de volta são muito similares”, apontou Nakamoto. “Então a Michelin tem um potencial similar a Bridgestone. Mas tiveram quedas nos dois dias, o que significa que os pilotos ainda precisam de tempo para entender como usar os pneus”, ponderou.
 
“Esta é a principal razão. As quedas em si não são culpa da Michelin. Esta é uma grande mudança”, defendeu. “Nossos engenheiros também estão aprendendo como usar esses pneus. Então, se precisarmos mudar a suspensão, o chassi, nós vamos mudar. Mas, no momento, precisamos de mais tempo”, considerou.
 
E apesar de os pneus serem uma grande mudança, esta não é a única novidade da MotoGP para 2016. No próximo ano, a classe rainha do Mundial de Motovelocidade contará com uma eletrônica padrão, desenvolvida pela Magneti Marelli.
Marc Márquez registrou o melhor tempo nos testes de Valência: 1min31s060 (Foto: Honda)
“Nós recebemos essa versão do software na última sexta-feira”, contou Nakamoto, se referindo ao dia 6. “Os engenheiros apenas tiveram tempo de procurar bugs. O novo software está funcionando, mas é diferente do nosso software de fábrica, então nossos engenheiros precisam aprender como usá-lo”, seguiu.
 
“Depois deste teste, as três fábricas — Honda, Yamaha e Ducati — vão ter uma reunião com a Magneti Marelli e conversar sobre o futuro”, explicou.
 
 As três fábricas eram as únicas no grid quando a MotoGP definiu a mudança para eletrônica padrão e, por isso, podem forçar a adoção de novos recursos. O programa, entretanto, será usado por todos os times, mas mas não contará com nenhum recurso específico para as motos.
 
“O desenvolvimento é trabalho da Magneti Marelli”, frisou Nakamoto. “As três fábricas fazem uma espécie de lista de prioridades ou de pedidos. No momento, tem muitas coisas. Mas nós não podemos ter tudo de uma vez”, reconheceu.
 
“Se os engenheiros da Magneti Marelli pedirem que os engenheiros da Honda se juntem a eles para escreverem alguns códigos, nós ficaremos mais do que felizes em ajudar”, completou.
 
 

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Lembram-se daquele carro conceito de 2017 que a Ferrari fez no começo do ano? Pois o pessoal da Asseto Corsa trabalhou…

Posted by Grande Prêmio on Quarta, 18 de novembro de 2015

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