McDowell desencanta em Road America, segura Gaughan e alcança primeira vitória da carreira na Xfinity

A etapa de Road America da Xfinity foi agitada: em um dia de muitos toques e rodadas, Michael McDowell escapou ileso. Foi a fórmula para se manter em primeiro, alcançando a primeira vitória de sua carreira na Nascar

Michael McDowell é um caso clássico de piloto de fundão na Nascar, sempre para lá de apagado. Até que o sapo virou príncipe neste sábado (27), na etapa de Road America da Xfinity: com o bom equipamento da Richard Childress, McDowell comandou a maior parte da corrida, levando sua primeira vitória na carreira.
 
McDowell tirou proveito da série de acidentes que marcou as últimas voltas. Com seus principais rivais ficando pelo caminho, o #2 teve sua vida facilitada. Seu maior rival foi Brendan Gaughan: o #62 saltou para segundo na última relargada, colocou pressão, mas não conseguiu concretizar a ultrapassagem.
 
Brennan Poole, um dos vários que trocou toques com os rivais, salvou um belo terceiro lugar. Daniel Suárez e Ryan Reed fecharam o top-5.
Michael McDowell (Foto: Nascar Media)
McDowell contou também com a ajuda de uma corrida problemática de Alex Tagliani. O canadense mandou na primeira metade da prova, mas se perdeu no meio do caminho. Tentando se defender dos ataques de Michael após uma relargada ruim, Alex foi tocado, rodando e ficando para trás. O resultado foi um desapontador sétimo lugar.

Justin Marks, vencedor em Mid-Ohio, também brigou pela vitória. Isso até ser tocado no fim: o resultado foi outra rodada e o 32º posto.

A próxima etapa da Xfinity será já no próximo final de semana, em Darlington.

Saiba como foi a etapa da Xfinity em Road America

 
Alex Tagliani sustentou a liderança nas primeiras curvas, fazendo bom proveito da pole-position. Justin Marks saltou para segundo, relegando Michael McDowell ao terceiro lugar rapidamente. O australiano Owen Kelly, piloto substituto do #18, e o mexicano Daniel Suárez fechavam o top-5.
 
Suárez não conseguiu se manter em quinto, sendo ultrapassado por Brendan Gaughan e ficando muito para trás. Assim, o top-5 começou a abrir muita vantagem sobre o resto do grid.
 

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No começo da terceira volta, o primeiro acidente. E já foi um dos fortes: Garrett Smithley perdeu o controle do #0 sob freada, enchendo a mureta dos boxes. O carro ficou destruído, exigindo a primeira bandeira amarela. Erik Jones, que estava no fim do pelotão, tirou proveito: o #20 se mandou para os boxes antes de todos, o que deveria render um ganho de posições mais tarde.
 
A relargada só veio na volta 6, sem pits de outros pilotos. Tagliani se segurou em primeiro, tirando vantagem da briga entre McDowell e Marks – Michael levou o segundo posto. Kelly e Gaughan fechavam o top-5. Mais atrás, as disputas estavam encardidas: vários toques, rendando várias escapadas de pistas.
 
O ciclo de pits em bandeira verde começou na volta 10. Os líderes esperavam um pouco mais: Tagliani, Marks e McDowell entraram na 11. Justin voltou à pista na frente de Michael, mas não conseguiu se sustentar. Assim, o top-3 manteve a ordem de antes. Enquanto isso, Gaughan tomava a liderança provisória.
 
Marks, entusiasmado com a briga pela liderança, recebeu uma péssima notícia: o #42 não respeitou o limite de velocidade dos boxes, recebendo um drive-through. Quase que na mesma hora, Nic Hammann furou um pneu, trazendo outra bandeira amarela. Assim, Gaughan e companhia limitada foram aos boxes, encerrando de vez o ciclo. Mas que assumiu a liderança foi Jones – que já havia parado muito antes.
 
Atrás de Jones, vinham Drissi, Tagliani, McDowell e Kelly. Marks, punido, estava em 16º.
 
Na relargada, as primeira posições mudaram por completo. Drissi largou muito mal, segurando toda sua fila de pilotos. Isso beneficiou Tagliani, que na hora subiu para segundo e, duas curvas depois, levou a liderança com uma ultrapassagem sobre Jones. Kelly aparecia em terceiro, com Dillon e Suárez atrás.
 
McDowell, afetado por Drissi, era sexto. Mas não por muito tempo: o #2 reagiu em seguida, passando Suárez, Dillon e Kelly para levar o terceiro posto. Em seguida, Jones começou a ser ultrapassando por um monte de gente, consequência dos pneus mais gastos.
Brennan Gaughan quase levou a melhor em Road America (Foto: Nascar Media)
Assim, na volta 17, o top-5 passou a contar com Tagliani, McDowell, Kelly, Dillon e Suárez.
 
Pouco atrás, Marks fazia miséria: o #42 encaixou uma série de ultrapassagens, voltando a brigar pela vitória. Justin logo colou em Suárez, forçando a ultrapassagem. O mesmo aconteceu sobre Ty Dillon, levando o quarto lugar.
 
Na volta 25, a liderança trocou de mãos: Tagliani errou a freada na curva 3, entregando de bandeja a primeira posição para McDowell. Sorte do canadense que Kelly e Marks estavam bem atrás.
 
Pouco depois, a corrida começou a virar de cabeça para baixo. A chuva, ainda fraca, começou a cair na volta 26 – isso mesmo. Um repeteco de Mid-Ohio. A bandeira amarela foi acionada, para permitir que os pilotos colocassem os pneus de chuva. Tão logo os pits fossem feitos, a corrida seguiria normalmente.
 
Os pilotos foram aos boxes, mas ninguém colocou pneus de chuva. Não fazia sentido, pois a garoa já estava indo embora. McDowell se manteve em primeiro, com Tagliani, Marks, Suárez e Kelly atrás. Elliott Sadler foi tocado por Sadler nos pits, ficando com a lateral do carro bastante danificada.
 
Jones, novamente em outro ciclo de pits, levou a liderança unicamente por não ter parado. Mas muito brevemente: ambos Tagliani e McDowell fizeram a ultrapassagem sobre Erik, com o canadense tomando a ponta. Michael não deu a briga por encerrada, voltou para a ofensiva e tocou em Alex – que rodou, ficando muito para trás.
 
O toque, aliás, prometia gerar polêmica: Tagliani havia fechado a porta de McDowell. Michael poderia ter evitado o toque, mas seguiu acelerando, rodando o rival.
 
Assim, McDowell levou a liderança. Marks tomou o segundo lugar, com Kelly, Suárez e Gaughan atrás. Tagliani era apenas o 25º.
 
Com Tagliani fora do caminho, McDowell passou a se preocupar com Marks. O #42 estava perto, já tendo se recuperando plenamente da punição anterior.
 
Logo atrás, Kelly e Suárez brigavam com vigor pelo terceiro lugar. O mexicano tinha mais ritmo, mas sofria para encontrar espaço para ultrapassagem, só conseguindo isso depois de muito tentar.
 
Outra bandeira amarela veio na volta 35. Hammann causou outra bandeira amarela por ter ficado parado em uma área perigosa. A intervenção colocou uma interrogação na cabeça dos pilotos: parar ou não parar? Poucos dos pilotos do top-10 foram aos boxes, com destaque para Gaughan e Justin Allgaier.
 
McDowell seguiu líder na relargada, enquanto Marks perdia muito terreno e ficava em quarto. Suárez levou o segundo lugar, colando na traseira do líder e trazendo Jeremy Clements para terceiro.
 
Mais atrás, uma série de toques: JJ Yeley foi rodado e parou no meio da pista, voltando a embaralhar a ordem dos pilotos. No meio disso, Brennan Poole errou o ponto de freada, encheu a traseira de Kenny Habul, que, por sua vez, rodou Ty Dillon. Tudo isso foi ótimo para Tagliani, que já era o sexto.
Justin Marks ficou no quase (Foto: Nascar Media)
Na frente, McDowell conseguia uma margem mínima sobre Suárez. Clements, por sua vez, segurava Marks, Kelly e Tagliani.
Faltando cinco voltas para o fim, mais uma bandeira amarela. Dessa vez, por conta de detritos.
 
A bandeira verde voltou com quatro voltas para o fim. McDowell manteve a liderança, ainda com Suárez e Marks atrás. Tagliani não largou muito bem, ficando fora até do top-10 e cometendo erros bobos.
 
Outra bandeira amarela foi necessária na volta seguinte, levando à prorrogação. Alon Day havia perdido o controle de seu carro, ficando atolado em uma caixa de brita.
 
Como de hábito, McDowell segurou as pontas na liderança. Suárez, apesar de ter relargado bem, perdeu a segunda posição para Brendan Gaughan. Enquanto isso, McDowell abria.
 
McDowell e Gaughan abriam sobre o resto do grid, garantindo uma briga particular. Atrás, mais porrada: Marks foi tocado por trás, rodando e parando na brita. Kelly foi outra vítima.
 
Mesmo sendo pressionado, McDowell se segurou como pôde. Era a primeira vitória de um piloto que nunca tinha recebido uma chance de verdade na Nascar.
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