Palou recorda fracassos de Alonso e provoca McLaren: “O piloto não tem tanto impacto”
Álex Palou usou o desempenho de Alonso com a McLaren para mostrar que a equipe não vence nem com um piloto de ponta
Em uma briga de justiça acontece entre Álex Palou e a McLaren, até Fernando Alonso foi mencionado. A desavença é resultado de uma quebra de contrato por parte de Palou, que, apesar de ter assinado para correr com a McLaren na Indy, guia pela Ganassi.
O contrato foi firmado em 2022, mas só entraria em vigor em 2024. Palou afirmou que aceitou o acordo pois o havia sido prometido um espaço na Fórmula 1 futuramente. A alegação, no entanto, é negada por Zak Brown, CEO da McLaren. Quando a equipe inglesa contratou Oscar Piastri para correr na F1, Palou decidiu que continuaria na Ganassi, com quem já havia sido campeão na Indy.
Nesse contexto, Palou mencionou o desempenho de Alonso ao longo da carreira e os resultados obtidos pelo compatriota espanhol com a McLaren, que foram, em síntese, abaixo do esperado. Assim, mostrou que mesmo com um bom piloto, a equipe não foi capaz de vencer.
“Naquele momento, pensei que era sincero. Agora, considero que Zak me fez acreditar que existia uma oportunidade de conseguir uma vaga como piloto da Fórmula 1 em tempo integral como tática de negociação para que fechasse com a equipe da McLaren na Indy”, disse Palou em seu testemunho publicado pelo portal estadunidense The Race.

“Fernando Alonso é bicampeão da F1 e provavelmente um dos melhores pilotos da história recente. Muitos diriam que o melhor. Em 2019, Fernando tentou se classificar para as 500 Milhas de Indianápolis com a McLaren. Entretanto, não conseguiu se classificar à frente de um piloto que era novato e não tinha experiência prévia nas 500 Milhas”, prosseguiu.
Na ocasião citada por Palou, Alonso foi eliminado na classificação após ter o tempo superado por Kyle Kaiser, da Juncos Racing, que conseguiu a última vaga no grid da prova.
“Em 2017, Fernando se classificou para as 500 Milhas de Indianápolis com outra equipe e esteve a ponto de ganhar até que o carro apresentou uma falha. Em 2020, Fernando terminou em 21º nas 500 Milhas de Indianápolis com a McLaren”, adicionou Palou, se referindo à prova que Alonso liderou com a McLaren-Andretti em 2017.
“Talvez um piloto possa fazer algo um pouco mais agressivo em uma corrida, mas não acredito que um piloto possa ter tanto impacto ao longo de um ano completo ou de quatro ou cinco anos. Vimos isso com muitos pilotos, como Fernando Alonso”, finalizou.
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