Stroll reclama da falta de performance da Williams e expõe pessimismo: “É o mesmo a cada corrida. Somos muito lentos”

Com pontos apenas no GP do Azerbaijão, a Williams parece, cada vez mais, se afundar nos problemas e não ser capaz de desenvolver o carro para ter resultados minimamente convincentes na temporada. Em entrevista ao jornal ‘La Presse’, Lance Stroll corroborou a impressão e afirmou que “não tem nada que se possa fazer” para melhorar o time em 2018

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

A vida de Lance Stroll não está fácil na Williams. Com quatro pontos e em 17º lugar no Mundial de Pilotos, o canadense afirmou que os problemas que a equipe enfrenta neste ano se aproximam da perda de até 30 cv de potência. Os únicos pontos do time de Grove são justamente os quatro de Stroll, conquistados no Azerbaijão, e a última posição entre os construtores agrava ainda mais a situação dentro dos boxes.
 
“Infelizmente não temos rendimento e é o mesmo a cada corrida. Somos muito lentos. É como ter 25 ou 30 cv de potência a menos, não há nada que se possa fazer", declarou Stroll ao jornal canadense ‘La Presse’.
Os únicos quatro pontos da equipe no campeonato foram marcados por Stroll (Foto: Williams)
Segundo a emissora espanhola Movistar F1, há alguns dias, o pai do piloto, Lawrence Stroll, aparentemente pediu explicações a Paddy Lowe, diretor-técnico da equipe, sobre o desempenho da temporada. Lawrence já falou, em outras ocasiões, da possibilidade de retirar seu aporte financeiro do time e não parece nada satisfeito com o carro que o filho leva para as corridas.
 
Entretanto, Lowe garante que todos os esforços da esquadra estão voltados para encontrar soluções que possam ser efetivas na melhora da performance em pista. Ainda assim, o diretor admite que as pessoas estão cientes que as mudanças não vão acontecer do dia para a noite e que um progresso não é esperado a curto prazo.
 
"Eu não espero muito progresso em Silverstone. Não confiamos no próximo pacote. Nem tudo que funcionou bem na Mercedes pode ser transferido para cá, precisamos de tempo", explicou o ex-diretor-técnico da equipe tetracampeã do mundo.
 
Até Robert Kubica, piloto reserva e mais experiente que os titulares do time, expressa a frustração que é guiar um carro tão pouco competitivo. "Eu fiz coisas que normalmente não são feitas e o que o piloto não deve fazer. Devemos entender o que há de errado com este carro, para que a mesma coisa não aconteça com a gente em fevereiro", finalizou o polonês.

Relacionadas

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height:
0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute;
top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

Chamada Chefão GP Chamada Chefão GP 🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias da Fórmula 1 direto no seu celular! Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.

📩 NEWSLETTER GP

Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!